Bate-voltas a partir de Tóquio: 7 passeios que realmente valem entrar no roteiro

Atualizado em 1 de junho de 2026 por Danae

Eu sei que Tóquio já tem coisa suficiente para te deixar ocupado por semanas: bairros, mercados, templos, museus, sem falar no metrô para decifrar e nas comida a experimentar. Já estive duas vezes na cidade e minha lista de lugares a conhecer ainda é gigante.

Mas a verdade é que alguns dos passeios mais interessantes de uma viagem ao Japão ficam ali ao lado de Tóquio, e ignorar isso seria um erro. Os arredores da maior cidade japonesa guardam templos, paisagens deslumbrantes, lagos, rios, montanhas (alô Monte Fuji!), parques temáticos e alguns dos pontos mais icônicos do país, tudo com acesso muito fácil pelo sistema público de transporte.

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Na minha primeira viagem ao Japão, que durou quatro semanas, ficamos nove dias em Tóquio e fizemos três bate-voltas; já na segunda vez (o roteiro está aqui), foram cinco dias na cidade e dois bate-volta. Ainda faltam dois dos sete que trago aqui, que tentei com todas as forças encaixar nessas viagens mas infelizmente não rolou.

Neste post, reuni os sete melhores bate-voltas a partir de Tóquio, com tudo que você precisa saber para decidir quais entram no seu roteiro e o passo a passo completo para visitar cada um deles. De quebra, vai que você descobre que algum deles merece mais do que um dia e vira uma parada oficial da sua viagem, hein?

Isso é só o começo, o Japão tem muito mais para oferecer. Aqui no blog, além do nosso roteiro de 4 semanas da primeira viagem, tem dicas de hospedagem em Tóquio, os melhores bate-voltas a partir de Tóquio, roteiros para Quioto, Hiroshima e Miyajima e Sapporo. Para quem quer sair do óbvio, sugiro os encantadores vilarejos de Magome e Tsumago e a Rota Alpina Tateyama-Kurobe. Partiu Japão?

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Nikko: Templos históricos e natureza num só passeio

Quando estava planejando nossa primeira viagem ao Japão, um dos bate-volta que eu fazia mais questão era Nikko. A cidade fica ao norte de Tóquio e, das quatro semanas que passamos no Japão naquela vez, foi o único local ao norte de Tóquio que visitamos.

Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, o complexo de templos e santuários de Nikko fica envolto em uma floresta, com cedros enormes que dão ao lugar uma atmosfera completamente diferente de Tóquio. Parece que as duas horas de viagem até lá te levam para outra dimensão.

O santuário Tōshō-gū é dedicado ao xogum Tokugawa Ieyasu, e sua construção original foi concluída em 1617. É excessivo no bom sentido: são milhares de detalhes, cores e esculturas por todos os lados. Nos estábulos, procure pela representação dos “três sábios macacos“, os macaquinhos que inspiraram os mundialmente conhecidos emojis, cujos nomes são Iwazaru (não fala), Kikazaru (não ouve) e Mizaru (não vê). Na tradição japonesa, o significado está ligado à sabedoria de manter-se distante do mal: não falar o mal, não ouvir o mal e não ver o mal.
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Ali perto está um dos cartões-postais do Japão, a Shinkyō Bridge. Pense naquela ponte vermelha em leve arco, sobre um riacho de águas azul-turquesa e cercada por montanhas e vegetação linda, mais linda ainda se for outono. É ali, em Nikko! Fomos no verão, estava tudo muito verde e lindo!

Nikko também tem algumas cachoeiras e mirantes, que ficam especialmente bonitos na primavera e no outono, como a Kirifuri Falls, Makkura Falls, Ryuzu Falls e Kegon Falls, com uma queda de 97 metros, uma das maiores do Japão.

Ritmo: é um passeio de dia inteiro, e será um dia intenso, especialmente se você quiser visitar o santuário, os templos e as cachoeiras. Nós ficamos o dia inteiro lá, no verão, e não conseguimos ir às cachoeiras.
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Onde ficar em Nikko

Nikko é um bate-volta intenso, avalie se não é o caso de se hospedar uma noite por lá.

Há ryokans charmosíssimos, que por si só já valem a experiência, como o Nikko Hoshino Yado e o Iwaiyado Jyuan Nikko Kawaji onsen. Nós ficamos num ryokan em Magome (conto mais neste post) e foi a hospedagem mais especial de toda nossa primeira viagem ao Japão.

Confira as opções de hospedagem e valores no mapa abaixo:
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Gostamos tanto da viagem do Japão que pouco tempo depois estávamos lá novamente, dessa vez no inverno: curtimos a neve em Sapporo, revisitamos locais favoritos (alô Tóquio Quioto) e incluímos alguns novos como Kanazawa e Himeji. Confira aqui no blog ou lá no Instagram.

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Como chegar em Nikko

O trajeto leva cerca de 2 horas a partir de Tóquio.

Uma ótima opção, especialmente se você estiver hospedado na região de Asakusa, é o trem da Tobu Nikko Line, que parte daquela estação e tem passes específicos para turistas, permitindo viagens ilimitadas na área de Nikko, incluindo o acesso a várias cachoeiras. Mais informações no site oficial.

Como estávamos bem longe de Asakusa e já podíamos ativar o JR Pass, optamos por estreiar o passe no Shinkansen rumo a Nikko. É possível ir de Shinkansen até Utsunomiya e pegar uma conexão com trem local até a Nikko Station. Chegando lá, muita coisa é acessível a pé ou de ônibus. Nós fomos da estação central até a Shinkyō Bridge de ônibus, de lá andamos até o Nikkō Tōshō-gū e voltamos caminhando até a estação, foi super tranquilo.
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Kamakura: Buda gigante, mar e um clima bem mais relax

Kamakura é um bate-volta clássico a partir de Tóquio: perto, fácil de fazer e com um astral bem diferente da capital.

O Grande Buda (Kotoku-in) é a atração mais famosa, e vale conhecê-la. É uma estátua de bronze de 11 metros, sem contar o pedestal, ao ar livre, datada do século XIII. Inicialmente ficava em um enorme salão de madeira, mas, depois de ser danificado por diversos tufões e terremotos, a estrutura desapareceu, e o Buda permanece lá, restaurado apenas no período Edo (1603-1868).

Mas Kamakura tem muito mais do que isso. Próximo ao Grande Buda começa a trilha Kuzuharaoka-Daibutsu, que segue pela mata, passa por vários templos e santuários e termina no Templo Tokeji, em um percurso que leva pouco mais de uma hora em ritmo suave. Fizemos apenas uma parte da trilha, porque havia chovido pela manhã e o caminho estava só lama.

Em Kamakura, vale também visitar o templo Hasedera, com vista para o mar, e o Tsurugaoka Hachimangū, que fica próximo à estação Kamakura e é especialmente lindo na primavera e no outono. Aliás, o caminho até esse templo passa pela rua Komachi-dori, cheia de lojinhas, restaurantes e cafés, uma delícia para andar e ir parando de porta em porta.
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E ainda tem praia em Kamakura! A principal, com acesso super fácil, é Yuigahama. Se o tempo estiver folgado, vale pegar o trem local até Enoshima, uma ilha com sua cota de santuários, parques e uma torre de observação que, se a sorte estiver do seu lado, lhe brindará com belas vistas do Monte Fuji.

Ritmo: bate-volta leve a moderado. Dá para fazer em meio dia, se o objetivo for só o Grande Buda e os arredores, ou esticar para um dia inteiro, incluindo trilha, praia e Enoshima. Nós fizemos o Grande Buda, parte da trilha Kuzuharaoka-Daibutsu, almoçamos, passeamos pela rua Komachi-dori e demos o day-trip por encerrado. Foi um dia cheio, mas não daqueles de te deixar acabado.
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Como chegar em Kamakura

A estação de Kamakura fica a menos de uma hora de Tóquio pela linha JR Yokosuka, abrangida pelo JR Pass. Na cidade, fizemos tudo a pé: fomos da estação até o Buda Gigante, de lá até a trilha Kuzuharaoka-Daibutsu, voltamos pelo mesmo caminho e batemos perna na Komachi-dori, tudo a pé.
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Para dicas de hospedagem em Tóquio, confira nosso post aqui do blog: Onde ficar em Tóquio – as melhores regiões

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Hakone: Onsens, paisagens de montanha e chance de ver o Monte Fuji

Para quem quer um passeio com paisagens lindas e aquele ambiente gostoso de montanha, Hakone é a melhor pedida.

As principais atrações giram em torno de três eixos: o passeio de barco pelo Lago Ashi (com vista para o Fuji nos dias em que ele colabora), o teleférico até Owakudani, um vale vulcânico ativo onde se compram os famosos ovos pretos cozidos no enxofre, e, o Museu ao Ar Livre, que merece umas boas horas do seu dia.

As atrações são espalhadas, e o transporte toma mais tempo do que parece no mapa, então para um bate-volta a recomendação principal é sair bem cedo de Tóquio.

Como a maior parte das atrações em Hakone é ao ar livre, a experiência depende bastante do clima.

O Monte Fuji fica encoberto com frequência, então vá com expectativas ajustadas: pode fazer um dia lindo em Hakone e, ainda assim, você não ver o Fuji. O bom é que a região em si já é linda, e há muito o que fazer e aproveitar além da vista da montanha.

Ritmo: é um passeio de dia inteiro, que deixa gostinho de quero mais.
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Planejando uma viagem ao Japão? Então está no lugar certo! Já estivemos duas vezes por lá e compartilho roteiros e dicas completas aqui no blog e lá no Instagram. Para começar, veja nosso roteiro completo da primeira viagem (no verão) e o que você precisa saber antes de visitar o Japão.

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Onde ficar em Hakone

Se tiver flexibilidade no roteiro, avalie ficar pelo menos uma noite na região para aproveitar com mais calma, fazer mais passeios e aumentar as chances de ver o Fuji numa manhã limpa. Se puder ficar duas noites, melhor ainda.

Recomendo aproveitar e se hospedar num ryokan, uma pousada tradicional japonesa, com quartos minimalistas de tatame e colchões de futon – nossa experiência em ryokan foi em Magome e adorei (conto mais neste post).

A região de Yumoto é a mais prática, perto da estação de trem e cheia de restaurantes e lojas. Entre as diversas opções, vale considerar o ryokan Yushintei ou o Masutomi Ryokan. Para quem prefere um hotel maior, mas ainda no estilo tradicional, vale conferir o Tenseien.

Gora fica mais acima na montanha, perto do ponto de partida do funicular e do teleférico e do Museu ao Ar Livre. É ali que se concentram os ryokans mais tradicionais, muitos com onsen privativo. Boas opções por lá parecem ser os ryokans Musashino Bekkan e, se o orçamento estiver mais enxuto, o Kumo Inn Hakone.

Motohakone é para quem topa trocar conveniência por paisagem. Fica às margens do Lago Ashi, com vista para o Fuji nos dias em que ele resolve aparecer. É bem mais afastada, mas o visual compensa. Confira o Rakuten Stay Fujimi Terrace ou o Moto-Hakone Guest House, em uma faixa de preço mais amigável.

No mapa abaixo você consegue conferir estas e outras opções:
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Como chegar em Hakone

A rota mais prática e direta para chegar a Hakone é com o trem Romancecar, que parte da estação de Shinjuku. No entanto, ele não é coberto pelo JR Pass.

Se você já estiver com o JR Pass ativado, a melhor forma de chegar a Hakone é pegar o Tokaido Shinkansen na estação central de Tóquio até Odawara, em um trajeto de cerca de 30 minutos. Dali, é só seguir no trem local da linha Hakonetozan, que leva cerca de vinte minutos até a estação Hakone-Yumoto (incluído no Hakone Free Pass).

Para circular em Hakone, o maelhor é comprar o Hakone Free Pass, um passe que permite viagens ilimitadas em cinco meios de transporte diferentes: trem, teleférico, barco, bondinho e ônibus. Mais informações aqui.
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Kawaguchiko: o bate-volta para ficar mais perto do Monte Fuji

Se o Fuji é prioridade no seu roteiro, Kawaguchiko é a escolha mais estratégica. A cidade fica à beira do lago Kawaguchi, com o Fuji ao fundo, e é de lá que saem algumas das fotos mais clássicas da montanha, incluindo a da Pagoda Chureito, aquela imagem que você já viu mil vezes antes de chegar ao Japão.

A região faz parte dos chamados Cinco Lagos do Fuji e engloba os lagos Yamanakako, Kawaguchiko, Saiko, Shojiko e Motosu. Se a ideia é voltar para casa com uma foto linda do Monte Fuji, Kawaguchiko é um dos melhores lugares para isso.

Kawaguchiko também é ponto de partida de uma das quatro trilhas que levam ao topo dos 3.776 metros do Monte Fuji, uma das três montanhas sagradas do Japão. Não tivemos a oportunidade de visitá-lo, mas fizemos a Rota Alpina Tateyama Kurobe e chegamos aos pés do Monte Tate, outra montanha sagrada. O Monte Hakusan completa a tríade.

O problema é que o Fuji nem sempre aparece. A montanha fica encoberta boa parte do tempo, e não há como garantir a vista. Por isso, o planejamento faz diferença: reserve passeios com política de cancelamento grátis e cheque a previsão do tempo na véspera. Foi isso que nos aconteceu em nossa segunda viagem ao Japão, tivemos que cancelar o passeio na véspera pos a previsão era 1005 de neblina, e foi certeira. Teria sido desperdício de tempo e dinheiro, sem falar na frustração. Dizem que os melhores dias para ver o Fuji costumam ser após frentes frias, quando o céu fica mais limpo.

Vale saber: ao contrário de Hakone, Kawaguchiko não tem tanto para fazer se o Fuji estiver escondido o dia todo. Pense nisso antes de escolher entre um e outro ou, se o roteiro permitir, visite os dois.
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Onde ficar em Kawaguchiko

Se quiser maximizar as chances de ver o Fuji e ter aquela foto pra chamar de sua, a melhor pedida é se hospedar ao menos uma noite em Kawaguchiko. O mapa abaixo tem várias opções, veja qual se ajusta melhor a seu estilo de viagem:
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Como chegar em Kawaguchiko

O trajeto de ônibus a partir de Shinjuku leva cerca de 2 horas.

Para chegar a Kawaguchiko saindo de Tóquio, a forma mais prática é pegar um ônibus direto no terminal Shinjuku Expressway Bus Terminal (aprox. 1h45 a 2h20) ou o trem expresso limitado Fuji Excursion, direto da estação de Shinjuku (aprox. 1h53). A estação de destino é a Kawaguchiko Station, que funciona como ponto central para pegar os ônibus locais em direção ao lago, ao Parque Oishi ou ao bondinho.

Outra opção é fazer o trajeto de trem com baldeação: pegue a linha JR Chuo de Shinjuku até a estação Otsuki e, de lá, troque para a linha Fujikyuko até Kawaguchiko. O JR Pass não cobre o trecho final da Fujikyuko.
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Yokohama: Urbana, fácil e sem complicação

Yokohama é a segunda maior cidade do Japão e fica a menos de 30 minutos de Tóquio de trem. Não é exatamente um bate-volta no sentido tradicional, parece mais uma extensão da viagem urbana do que uma escapada. Mesmo sendo “grudada” em Tóquio, oferece uma atmosfera diferente, com o bairro portuário de Minato Mirai, o Chinatown (um dos maiores da Ásia), o Sankeien Garden e o bairro histórico de Yamate.

Para quem está há dias imerso no agito de Tóquio, Yokohama é uma mudança de ritmo bem-vinda sem exigir esforço logístico.

Ideal para quem quer variar o roteiro sem transformar o dia numa operação de guerra.

Ritmo: meio dia ou dia inteiro, dependendo do quanto você quer explorar.

Vale saber: é uma boa opção para encaixar num dia de chegada ou partida, já que a cidade tem conexão direta com o Aeroporto de Haneda.

Uma ideia super legal é alugar bicicletas e percorrer a orla da cidade. Como fomos no inverno, não rolou, mas acho que em outras épocas do ano é uma ótima forma de conhecer Yokohama.
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Vale a pena se hospedar em Yokohama?

A não ser que você realmente queira se hospedar em Yokohama, este aqui é um destino que, a meu ver, não justifica uma mudança de hotel. Aqui no blog tem nosso guia com as melhores regiões para se hospedar em Tóquio, dê uma olhada. Para ter acesso fácil à Yokohama, as regiões de Ginza e Shinjuku são ótimas

O mapa abaixo traz várias opções em Shinjuku, que é uma das melhores áreas para se hospedar em Tóquio na sua primeira viagem:
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Tokyo Disney Resort e DisneySea: para quem ama parques

Tecnicamente, os dois últimos bate-volta da lista ficam dentro da Grande Tóquio, porém ficam longe o suficiente da região central e exigem planejamento para eu considerar como passeios de um dia no roteiro, e não como bairros para visitar de passagem.

O Tokyo Disney Resort é o parque clássico, no estilo Magic Kingdom, com as atrações e personagens que você já conhece, mas com aquele sotaque japonês que dá toda uma aura própria. O DisneySea é outra história: é o único no mundo, temático em torno de mitologias e aventuras marinhas, com uma estética mais adulta e atrações que não existem em nenhum outro parque da rede.

Se você tiver que escolher um, vai depender do seu perfil: com crianças pequenas ou fãs do universo clássico, o Disney. Para quem quer algo diferente do que já conhece, o DisneySea – esse foi o que escolhemos! (apesar de já ter ido duas vezes a Tóquio, ainda não conheço o Tokyo Disney Resort, e para falar a grande verdade, não faço muita questão)

Se quiser ir nos dois parques, reserve um dia para cada — não dá para fazer os dois no mesmo dia sem sacrificar muito.

Ritmo: dia inteiro, e dos intensos. Prepare-se para filas longas, especialmente nas atrações principais.

Vale saber: os ingressos são comprados com antecedência pelo site oficial. Nos fins de semana e feriados japoneses, os parques ficam lotados. Se possível, vá em dia de semana.
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Ghibli Museum: para quem curte cinema e quer sair do óbvio

O Ghibli Museum fica em Mitaka, a cerca de 30 minutos do centro de Tóquio, e é um dos passeios mais disputados da cidade.

Criado e pensado por Hayao Miyazaki, o museu tem exibições sobre o processo criativo dos filmes do estúdio, um cinema exclusivo com curtas inéditos, o gato-ônibus gigante para as crianças subirem, e uma loja com itens que você não encontra em nenhum outro lugar.

O problema é que os ingressos são disputadíssimos. A venda abre no dia 10 de cada mês, às 10h no horário de Tóquio, para o mês seguinte. Para brasileiros planejando a viagem, isso significa: descobrir o dia 10 do mês antecedente à sua visita, converter o horário (às 10h de Tóquio é 22hs no horário de Brasília), e estar online no momento exato que a venda abre. Quando comprei, abriu uma fila virtual igual as que costumam ter para shows, eu era lá pelo 5.000º da fila, tinha uma janela de 5 dias em Tóquio e consegui ingressos para o dia que eu precisava.

Ritmo: meio dia, ou mais se combinar com outras atrações na região de Mitaka e Kichijoji.

Vale saber: fotografar dentro do museu é proibido na maior parte das áreas internas. E tenho certeza que você vai respeitar isso, pois vai estar maravilhado demais para sentir falta da câmera.
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Qual bate-volta de Tóquio escolher?

Ah, a pergunta de milhões!

Acho que a escolha depende do seu estilo de viagem e da quantidade de dias que você tem em Tóquio.

Fizz essse guia para te ajudas a decidir:

  • Templos + natureza + impacto visual → Nikko
  • Passeio gostoso e sem complicação, e sem muito tempo no deslocamento → Kamakura
  • Paisagens + experiência cênica → Hakone
  • Monte Fuji como prioridade → Kawaguchiko
  • Saída fácil e urbana, com transporte super rápido e fácil → Yokohama
  • Parque temático → Tokyo Disney Resort ou DisneySea
  • Para fugir do óbvio → Ghibli Museum

E, claro, recomendo escolher mais de um se você puder. Eu fiz três na primeira viagem, dois na segunda, e os outros dois ainda me aguardam.

Nenhum deles é obrigação, mas cada um resolve um objetivo diferente dentro do roteiro. Olhe para o seus objetivos de viagem, para o que você mais curte e espera do Japão, leve em conta o ritmo que você quer ter e quantos dias em Tóquio você tem disponíveis, e escolha com isso em mente.

Roteiro de nossa viagem ao Japão detalhado com mapa

Aqui está o mapa com nosso roteiro detalhado de nossa viagem de quatro semanas ao Japão, é só clicar e salvar na sua conta do Google. Quando você for por planejar sua próxima viagem ao Japão, já sabe por onde começar 😉

No mapa você pode ver detalhes de tudo o que fizemos, onde ficamos e os melhores lugares que fomos. Existem diferentes camadas, com cores diferentes, uma para cada área que visitamos.

Como usar esse mapa: Clique na aba localizada no canto superior esquerdo do mapa para acessar várias camadas, incluindo pontos de interesse e rotas. Você pode escolher quais camadas visualizar selecionando-as no check-box correspondente. Para obter detalhes adicionais sobre pontos de interesse específicos, clique nos ícones correspondentes no mapa.

É fácil salvar este mapa em sua conta do Google Maps, basta clicar no ícone de estrela próximo ao título do mapa. Para acessá-lo no seu celular ou computador, abra o Google Maps, toque no botão de menu, vá para “Meus Lugares”, selecione “Mapas” e você encontrará este mapa listado entre os seus mapas salvos.

Nesse post explico como usar o Google MyMaps para planejar uma viagem, é um recurso muito bom, vale a pena conhecer!

Aqui estão os sites que sempre uso para planejar minhas viagens:
– 🛌 Hospedagem: Booking
– ☀️ Passeios: Civitatis & Get Your Guide
– 📱Chip de celular: e-SIM da Airalo – cupom DANAE2375
– 🚗Aluguel de veículos: RentCars – cupom DANAE
– ⚠️ Seguro-viagem: Real Seguros

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Vem conferir todos os posts sobre o JAPÃO:

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Aqui nossos posts sobre outros destinos na Ásia:

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