Tenho que confessar: inicialmente não iríamos incluir o Laos em nosso roteiro do Sudeste Asiático: tínhamos poucos dias de férias e uma lista enorme de lugares que desejávamos conhecer.
Mas um grande amigo, que há alguns anos passou meses na região e se apaixonou pelo Laos, tanto nos falou que tivemos que ir lá para conferir.
Incluímos esse pequeno país, sem saída para o mar, em nosso giro express pelo Sudeste Asiático e não me arrependo nem um pouco! Passamos dias incríveis em Luang Prabang. Chegamos lá com poucas expectativas e saímos maravilhados.
Aqui compilei um guia completíssimo, para você aproveitar seus dias em Luang Prabang: como chegar, onde se hospedar, o que fazer e muito mais, confira!
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Como chegar em Luang Prabang
Estávamos em Siem Reap, no Camboja, e fomos a Luang Prabang em voo da Lao Airlines, com escala em Pakse.
A parada em Pakse foi bem rápida, foi o tempo de descer do avião, fazer a imigração ali mesmo e subir de novo na mesma aeronave. Apesar de a grande maioria dos passageiros do avião ser estrangeira, o processo de obter visto no local e fazer a imigração foi relativamente rápido. Apenas nos perguntaram quantos dias e em que cidade ficaríamos no Laos, e pronto, visto aprovado e passaporte carimbado.
Após a imigração, tivemos que passar novamente pelo raio-X e aguardar a chamada para embarque numa sala ao lado. O aeroporto como um todo era um pouco menor e mais precário que uma rodoviária de cidade do interior da década de 80, mas tudo correu absolutamente bem, sem qualquer percalço ou confusão.
O voo saiu às 12h25 de Siem Reap e chegou às 16h em Luang Prabang. Do aeroporto ao hotel fomos com o transfer que eu havia solicitado ao hotel.
Ao final dos dias em Luang Prabang, saímos em voo direto para Bangkok pela Thai Smile, num voo de 1h30 que saiu de Luang Prabang às 11h20 e chegou em Bangkok às 12h50. Pelo que pesquisei na época, também há voos diretos ligando Luang Prabang a Vientiane, a capital do Laos.
Esses foram os voos e horários da nossa viagem. A Thai Smile foi incorporada à Thai Airways e deixou de operar em janeiro de 2024, então confira as opções atuais antes de montar seus deslocamentos.
Também é possível chegar de trem, ônibus ou barco. O trem é uma alternativa para quem vem de Vientiane ou Vang Vieng; a estação de Luang Prabang fica fora do centro, então inclua o traslado no planejamento e consulte os horários e bilhetes no aplicativo LCR Ticket.
Uma opção particularmente cênica é ir da Tailândia a Luang Prabang de barco pelo Rio Mekong. O trajeto de slow boat começa em Huay Xai, no Laos, após o deslocamento por terra e a travessia da fronteira para quem vem da Tailândia. A viagem costuma levar dois dias, com pernoite em Pakbeng. Será uma longa viagem (não é à toa que os barcos que fazem esse trajeto são chamados “slow boat”), mas se você tiver tempo e estiver na vibe, deve ser inesquecível.
Nós não fizemos esse trajeto, mas você pode conferir esta opção de slow boat de Chiang Rai a Luang Prabang. O pacote começa com o deslocamento por terra até a fronteira. Confira os horários de saída e o que está incluído, especialmente a hospedagem em Pakbeng, antes de reservar.
Sobre o visto: o que contei acima foi a nossa experiência na chegada a Pakse. Antes de viajar, confira as condições para o seu passaporte e o ponto de entrada no portal oficial do eVisa do Laos. Os aeroportos de Pakse e Luang Prabang estão entre os pontos que aceitam o eVisa.
Planejando uma viagem ao Sudeste Asiático? Já estive três vezes na região e super recomendo! Aqui no blog temos posts sobre Tailândia, Camboja e Laos

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Moeda e câmbio
A moeda do Laos é o kip. Confira a cotação perto da viagem e tenha dinheiro em espécie para os gastos do dia a dia.
Na nossa viagem, tivemos que trocar dinheiro ou sacar em ATM e encontramos poucos lugares que aceitavam cartão de crédito. Com algumas poucas exceções, também não conseguimos pagar em dólar.
Nas casas de câmbio do centrinho turístico de Luang Prabang, as notas de US$100 e US$50 tinham cotação ligeiramente superior à das notas menores. Não vimos diferença para as notas de euro: tanto as grandes quanto as pequenas tinham a mesma cotação.
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Idioma
Conseguimos nos virar bem no Laos falando inglês, mas, com poucas exceções, o inglês das pessoas tende a ser absolutamente básico.


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Onde se hospedar em Luang Prabang
Ficamos no Vila Mahasok Hotel, um hotel relativamente simples, que fica a cerca de 4 quadras do night market. Os quartos eram simples porém bem arrumados e limpos, o café da manhã não tinha muitas opções, mas estava ok (apesar do café em si ser sofrível). O staff falava muito pouco inglês e tivemos alguma dificuldade na comunicação, mas nada crítico. No geral, é um hotel simples e justo.
Há diversas outras opções de acomodação na cidade. A região do centrinho turístico (French Quarter) tem várias opções de hospedagem e lá você ficará a poucos metros dos restaurantes, bares e principais atrações da cidade. Apesar de altamente turística, a região parece bem tranquila, sem grandes muvucas.
As acomodações em Luang Prabang nos pareceram, em geral, mais simples em comparação com as que vimos na Tailândia e no Camboja.
Para ficar perto dos restaurantes, do mercado noturno e dos templos, vale começar a busca pelo centro histórico. Confira a localização no mapa antes de reservar.
Confira a disponibilidade de hotéis e tarifas aqui:
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O que fazer em Luang Prabang em 3 dias
Ficamos 3 dias inteiros e um fim de tarde em Luang Prabang, aqui tudinho que fizemos:
Dia zero (dia de chegada na cidade):
Chegamos no fim da tarde, após check-in no hotel, fomos a pé ao centro turístico da cidade, que é agradabilíssimo.
Jantamos no L’elephant – restaurante fusão francês e laosiano, uma delícia. Não é barato (comparado com as demais opções da cidade), mas vale a pena.
Se você preferir, vale a pena passear pelos bares e restaurantes da Sisavangvong Street e dar uma olhada no night market – aliás, comer no night market é a opção mais econômica
OBS – tudo que fizemos nesse dia pode ser feito (e provavelmente será feito) em qualquer dos outros dias.


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1º dia: cachoeiras Kuang Si e cavernas Pak Ou
Cachoeiras Kuang Si e santuário de ursos Moon Bear
Pela manhã, visitamos as incríveis cachoeiras azul-turquesa de Kuang Si e o Moon Bear Sanctuary (santuário dos ursos). Se você curte natureza e quer conhecer, sem perrengues, uma cachoeira lindíssima, com água azul turquesa, e ainda de quebra poder dar um mergulho delicioso, não perca esse passeio.
Para chegar às cachoeiras, são cerca de 40-50 minutos de carro de Luang Prabang até o estacionamento. Uma vez lá, um carro elétrico (incluído na taxa de entrada) leva você até o início da trilha. A trilha é curta e começa à direita, passando pelo Santuário dos Ursos.
Alguns metros adiante, surge a primeira de uma série de cachoeiras, cada uma mais bonita que a anterior. Vale lembrar que são poucos os pontos onde é permitido nadar, e eles ficam próximos ao início da trilha, então aproveite ao máximo assim que surgir a oportunidade. Há um banheiro onde é possível se trocar.
A última cachoeira é a maior e mais impressionante, e definitivamente vale a visita. A partir daí, a trilha é uma pequena descida até o estacionamento.
Fomos com um tour contratado no hotel, mas há algumas agências de turismo na cidade que vendem passeios que combinam Kuang Si e as cavernas Pak Ou, e é possível ir de tuk-tuk.
O site oficial de turismo informa ingresso de 60.000 kips para estrangeiros, com aumento anunciado para 100.000 kips a partir de 15 de novembro de 2026. Confira também se o ingresso está incluído no passeio contratado.


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Aldeia Hmong
Na volta a Luang Prabang, paramos em umaaldeia Hmong, uma das minorias étnicas do Laos, onde aprendemos sobre o modo de vida dessas comunidades, baseado na agricultura, e sobre suas tradições e crenças. A religião hmong é baseada no animismo e xamanismo e foi muito interessante conhecer alguns de seus costumes e rituais. Na vila que visitamos há um pequeno museu, com uma casa tradicional hmong, com artefatos usados para moer milho, descascar arroz, tecer, fazer papel de arroz e uma casa demonstrando os modos de vida e subsistência.
Depois da aventura matinal, o passeio seguiu para o destino da tarde, as Cavernas de Pak Ou.
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Manifa Elephant Camp
Almoçamos no Manifa Elephant Camp, onde pudemos observar elefantes vagando livremente. Se você planeja ver elefantes, é essencial se certificar que você vá em algum lugar em que os animais sejam tratados com ética e respeito. Infelizmente, muitos estabelecimentos ainda exploram e maltratam os animais, e não queremos contribuir com práticas antiéticas.
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Passeio de barco no Rio Mekong e cavernas Pak Ou
Após o almoço, fizemos o passeio de barco pelo Rio Mekong até o paredão de Pha Hung e Pha An e, em seguida, o complexo de Cavernas Pak Ou.
Essas cavernas são consideradas sagradas pela população e estão repletas de milhares de estátuas de Buda (a maioria em madeira). É possível entrar em parte das cavernas e seguir por uma pequena trilha até uma seção mais elevada da mesma caverna.
De lá o barco volta, rio abaixo em direção a Luang Prabang, parando rapidamente em uma pequena vila especializada na produção de whisky de arroz, onde aprendemos sobre o preparo e fizemos uma degustação. Depois seguimos navegando ao pôr do sol, um visual belíssimo e imperdível, até chegarmos no centrinho de Luang Prabang já no início da noite.
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2º dia: explorando Luang Prabang
Dia dedicado a conhecer os templos da cidade e à noite à aula de culinária.
Recomendo acordar cedo para presenciar a cerimônia de oferendas aos monges, conhecida como Sai Bat, que acontece na Sisavangvong Street e em outras ruas do centro histórico. É uma tradição local, em que moradores e turistas oferecem arroz e outros alimentos aos monges. Embora atualmente pareça um pouco super-turístico, é uma experiência emocionante e uma ótima oportunidade para aprender sobre as tradições e cultura do budismo. Se você participar, lembre-se de mostrar respeito aos monges e à população local. Você também pode apenas observar. Mantenha distância, fique em silêncio, cubra ombros e pernas e evite flash ou interromper a passagem dos monges para fotografar.
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Depois do café da manhã, há diversos templos a conhecer: Wat Xieng Thong é o maior e mais importante da cidade, mas vale a pena conhecer outros como Wat Mai, Wat Sensoukharam, Wat Visunarat, Wat Nong – andar por Luang Prabang é se encantar descobrindo novos templos a cada esquina.
No final da tarde, fizemos aula de culinária no Tamarind Laos, um excelente restaurante de Luang Prabang que também conta com uma escola de culinária. Aprendemos a cozinhar pratos tradicionais do Laos usando ingredientes e técnicas locais, foram 3 entradas, 2 pratos principais, arroz e sobremesa. Foi uma experiência divertida e deliciosa, e ao final jantamos os pratos por nós mesmos preparados. Há também outras opções de aulas de culinária em Luang Prabang, com outros operadores e programações.
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3º dia: Palácio Real, Museu Nacional, Monte Phousi, ponte de bambu
Palácio Real e Museu Nacional
Visitamos o Palácio Real e o Museu Nacional pela manhã (atenção ao horário de funcionamento, pois fecha para o almoço).
Construído em 1904 como o Palácio Real do Rei Sisavang Vong e sua família, o edifício é uma fusão dos estilos tradicional do Laos e francês. Após a morte do rei Sisavang Vong, o palácio foi ocupado pelo príncipe herdeiro Savang Vatthana e sua família até a revolução de 1975. Depois que o novo governo comunista assumiu, o prédio foi convertido em museu nacional.
No complexo do antigo Palácio Real fica uma estátua de Buda de 83 cm chamada Phra Bang (da qual Luang Prabang recebe o nome). A estátua é feita em ouro, prata e bronze e, segundo a lenda, foi criada no Sri Lanka no século I e mais tarde dada de presente por um rei Khmer a seu genro, o rei Fa Ngum, em 1359 que a trouxe ao Laos.
Foi fascinante aprender sobre a história monárquica relativamente recente do Laos no museu. O salão do trono é interessantíssimo – bastante diferente do que costumamos ter em mente quando se fala em “sala do trono” – com paredes em tons de vermelho e mosaicos (semelhantes aos encontrados em Wat Xieng Thong) retratando a história do reino e lendas do Laos, bem como, nas salas adjacentes, murais retratando cenas do estilo de vida tradicional do Laos. Infelizmente, não é possível tirar fotos dentro do museu.
Também localizado dentro do complexo do Palácio Real está o belíssimo Templo Haw Pha Bang, onde a imagem Phra Bang está instalada desde 2013. Vale a pena conhecer; quando estivemos lá, não foi possível entrar no templo.
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Monte Phousi
Em frente ao Museu Nacional fica um dos acessos ao Monte Phousi, a colina que domina o centrinho da cidade. Vale a pena subir para vistas panorâmicas de toda a região – dizem que o pôr do sol lá é fantástico, mas não deu certo de irmos nesse horário.
Atravessamos o Rio Nam Khan pela ponte de bambu – conforme nos foi informado, ela só é montada na época de baixa do rio; com a subida das águas tem que ser retirada, para ser reconstruída no ano seguinte. Isso pode mudar de ano a ano, então confirme no local se a ponte estará montada durante a sua visita. Almoçamos num restaurante (não peguei o nome, desculpe) que fica logo ao final da ponte de bambu, com uma vista linda do rio.
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Voltamos e alugamos bikes para passear pela cidade, e ainda sobrou tempo para uma massagem, jantar e assistir ao Teatro de Contação de Histórias tradicionais Garavek – foi uma das atividades mais interessantes que fizemos em Luang Prabang, super recomendo; as histórias são contadas em um ótimo inglês.
Se você tiver só 2 dias em Luang Prabang, dá para condensar a programação do dia 2 e 3 em um único dia, mas provavelmente alguma coisa ficará de fora.
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O site do Garavek informa apresentações em inglês das 18h30 às 19h30, com ingressos de 150.000 kips vendidos no teatro a partir das 18h. Confirme a programação antes de ir.


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Quando ir a Luang Prabang
Novembro a fevereiro costuma ser uma boa janela para visitar Luang Prabang, com menos chuva e temperaturas mais amenas. Já o fim da estação seca exige atenção à fumaça das queimadas, especialmente em março e abril. Na época chuvosa, o volume de água e as condições dos passeios podem mudar.
Perguntas frequentes sobre Luang Prabang
Quantos dias ficar em Luang Prabang?
Ficamos três dias inteiros e um fim de tarde e conseguimos combinar os passeios fora da cidade com templos, gastronomia e caminhadas pelo centro. Com dois dias, dá para condensar parte da programação, mas alguma coisa provavelmente ficará de fora.
Dá para visitar Kuang Si e Pak Ou no mesmo dia?
Sim, foi o que fizemos, com um passeio contratado no hotel que combinou transporte por terra e barco. Ao reservar, confira a ordem das visitas, o horário de retorno e os ingressos incluídos.
Preciso contratar passeios para conhecer Luang Prabang?
Não para tudo. Exploramos o centro a pé e de bicicleta. Para Kuang Si e Pak Ou, contratamos um passeio combinado; também é possível organizar os deslocamentos separadamente. A escolha depende do tempo disponível e da logística que você quer assumir.
Mapa com itinerário detalhado da viagem
No mapa abaixo estão todos os detalhes da nossaviagem de 3 semanas ao Sudeste Asiático, tem tudo o que fizemos em Luang Prabang e região: onde nos hospedamos, restaurantes, cafés, passeios, atrações, enfim, tudo já mastigadinho, é só clicar e salvar na sua conta do Google. Quando você for planejar sua próxima viagem ao Sudeste Asiático, já sabe por onde começar 😉
Como usar esse mapa: Clique na aba localizada no canto superior esquerdo do mapa para acessar várias camadas, incluindo pontos de interesse e rotas. Você pode escolher quais camadas visualizar selecionando-as no check-box correspondente. Para obter detalhes adicionais sobre pontos de interesse específicos, clique nos ícones correspondentes no mapa.
É fácil salvar este mapa em sua conta do Google Maps, basta clicar no ícone de estrela próximo ao título do mapa. Para acessá-lo no seu celular ou computador, abra o Google Maps, toque no botão de menu, vá para “Meus Lugares”, selecione “Mapas” e você encontrará este mapa listado entre os seus mapas salvos.
Nesse post explico como usar o Google MyMaps para planejar uma viagem, é um recurso muito bom, vale a pena conhecer!
Aqui estão os sites que sempre uso para planejar minhas viagens:
– 🛌 Hospedagem: Booking
– ☀️ Passeios: Civitatis & Get Your Guide
– 📱Chip de celular: e-SIM da Airalo – cupom DANAE2375
– 🚗Aluguel de veículos: RentCars – cupom DANAE, ou DiscoverCars
– ⚠️ Seguro-viagem: Real Seguros
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Aqui estão os posts sobre nossos destinos favoritos na Ásia:
Tailândia
Camboja
- Siem Reap en Angkor Wat no Camboja
- Como é passar o ano novo em Siem Reap, Camboja
- Roteiro de 3 semanas pelo Sudeste Asiático – o melhor da Tailândia, Laos e Camboja
Laos
- O que fazer em 3 dias em Luang Prabang
- Roteiro de 3 semanas pelo Sudeste Asiático – o melhor da Tailândia, Laos e Camboja
Coréia do Sul
Japão
- O melhor do Japão neste super roteiro de 4 semanas
- Onde ficar em Tóquio
- Bate-voltas a partir de Tóquio: 7 passeios que realmente valem entrar no roteiro
- O melhor de Quioto – o que fazer em 4 ou 5 dias na antiga capital japonesa
- Rota Alpina Tateyama Kurobe – como é a travessia dos Alpes Japoneses
- De Magome à Tsumago pela Rota Nakasendo, os mais lindos vilarejos do Japão medieval
- Roteiro de 2 dias em Hiroshima, com bate-e-volta a Miyajima
- Sapporo: roteiro completo e dicas para esquiar em Hokkaido
- 10 coisas que você precisa saber antes de viajar ao Japão
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