O melhor da Coréia do Sul: roteiro de 7 a 10 dias

Portão do Palácio Gyeongbokgung em Seul com visitantes e hanboks, destaque de nosso roteiro pela Coreia do Sul

Preciso desde já confessar: visitar a Coreia do Sul não estava no alto da minha lista de desejos de viagem. Apesar de ter uma grande amiga de origem coreana, esse pequeno país, no extremo leste da Ásia continental, era, para mim, ofuscado pelos vizinhos mais famosos – tanto que, na primeira vez que estive na região, o escolhido foi o Japão.

Mas eis que a vida dá voltas e acabo vencida na decisão familiar do próximo destino de viagem: se é Coreia que vocês querem, então liguem o k-pop no máximo que eu já virei coreana!

SPOILER: saí apaixonada pelo país e pelos coreanos, e me perguntando por que diachos eu ainda não tinha dado as caras por lá.

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Partimos, então, para uma grande viagem pelo leste asiático, que incluiu, além da Coreia do Sul, também Japão e Filipinas – a viagem mais longa, em número de dias, que fiz desde aquele mochilão meio maluquice de juventude pelo Sudeste Asiático, nos anos 90, do qual conto um pouco aqui.

A Coreia do Sul entrega tudo o que define um bom destino de viagem: cultura rica, história secular, tradições vivas, gastronomia deliciosa, paisagens belíssimas e tecnologia de ponta, tudo isso temperado por um povo muito simpático e atencioso. Some-se a isso o fato de ser um país extremamente seguro, com ótima receptividade ao turista e, para ficar ainda melhor, um custo amigável, relativamente inferior ao que experimentamos no Japão e na Europa Ocidental em nossas últimas viagens.

Dizem que as melhores viagens são aquelas que te fazem refletir e voltar, de alguma forma, diferente. A Coreia do Sul certamente entrou nesse seleto grupo. Cheguei lá com baixas expectativas e saí me questionando por que esse país ainda não caiu nas graças do público brasileiro. Ainda bem para você: aproveite enquanto a Coreia do Sul ainda não entrou de vez no radar das multidões.

Vem comigo que aqui tem tudo o que você precisa para planejar uma viagem completa à Coreia do Sul, com um roteiro testado na prática, sugestões de itinerário de 7 a 10 dias e muitas dicas úteis.



Roteiro pela Coreia do Sul de 7 a 10 dias

Ficamos nove dias na Coreia do Sul e o roteiro que montei ficou perfeito! Para o tempo que tínhamos, eu não mudaria absolutamente nada. Os destinos escolhidos foram ideais: três cidades com características e perfis diferentes, cada uma aproveitada no seu tempo, num mix redondinho do melhor que o país tem a oferecer.
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Roteiro que fizemos na Coreia do Sul – 9 dias

Aqui está a visão geral do roteiro; siga na leitura do post para mais detalhes:

1️⃣ Chegada em Seoul: chegamos à noite e só rolou comer algo e dormir

2️⃣ Seoul: programação leve para nos ajustar ao fuso-horário. Andamos por Myeongdong e fomos ao N-Seoul Tower (a vista da cidade é excelente!)

3️⃣ Seoul histórica: Palácio Gyeongbokgung, Aldeia Hanok de Bukchon, Palácio Changdeokgung e fim do dia no Cheonggyecheon; jantar em Myeongdong – fomos por conta própria, caminhando entre as atrações, mas fazer um tour guiado (ou mesmo um free tour) pode ser uma excelente opção para aprender mais sobre a história e a cultura da Coreia

4️⃣ Seoul moderna: Gangnam, Starfield Library, Templo Bongeunsa; Hongdae, Gyeongui Line Forest Park, jantar em Hongdae

5️⃣ Seoul: Museu-Memorial da Guerra da Coreia, Dongdaemun Design Plaza, almoço no Mercado Gwangjang; Insadong, Templo Jogyesa, jantar em Myeongdong

6️⃣ Trem-bala para Gyeongju, fim de tarde passeando pelo centrinho de Gyeongju

7️⃣ Gyeongju: Complexo de tumbas Daereungwon, relógio astronômico Cheomsongdae, Templo Bulguksa, Donggung Palace & Wolji Pond

8️⃣ Trem-bala para Busan, tarde em Busan: Seomyeon e Songdo Cable Car

9️⃣ Busan: Haedong Yonggungsa Temple, Praia Songjeong, Blueline Train até Praia Haeundae.
No décimo dia, acordamos cedo e pegamos o voo para nosso próximo destino, Sapporo, no Japão.

Esse roteiro na Coreia do Sul funciona muito bem para quem quer combinar tradição, modernidade e natureza sem correria.

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Roteiro de dez dias na Coreia do Sul

Para um roteiro de dez dias, ou seja, um dia a mais do que tivemos, eu passaria esse dia em Busan. Ficamos um dia e meio na cidade e foi pouco, não conseguimos ver uma boa parte do que estava na minha lista de “imperdíveis”. Assim, um roteiro de dez dias na Coreia seria dividido em 5 dias em Seoul, 2 dias em Gyeongju e 3 em Busan.

Outra opção para dez dias na Coreia seria acrescentar um dia em Seoul para fazer o passeio até a DMZ, a zona desmilitarizada da fronteira com a Coreia do Norte.
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Roteiro de sete a oito dias na Coreia do Sul

Se você tiver sete ou oito dias na Coreia do Sul, eu recomendo excluir Gyeongju ou Busan do roteiro. Tentar fazer essas três cidades em sete ou oito dias me parece muito corrido, mas se for seu estilo de viagem, vá em frente.

Com uma semana na Coreia, eu escolheria ficar 5 dias em Seoul e 2 em Gyeongju, ou seja, excluiria Busan do roteiro. Como já contei no Instagram, Gyeongju foi a melhor surpresa da viagem e um respiro depois do excesso urbano da capital. O aeroporto mais próximo de Gyeongju é em Daegu, mas o de Busan não é longe não, então se for possível, recomendo chegar no país por Seoul e sair por Daegu ou Busan (ou vice-versa). Se não der, nada que um trem-bala (chamado KTX) não resolva: são menos de 3 horas de Seoul a Gyeongju.

Uma opção a considerar e visitar Gyeongju em um bate-e-volta a partir de Busan, há diversos tours, como este, que fazem o passeio.

Mas se você estiver viajando no verão, Busan pode ser uma ótima ideia, já que é uma cidade costeira com uma super vibe praiana.
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Como chegar na Coreia do Sul

Há algumas opções para ir do Brasil à Coreia do Sul e, sinto dizer, todas elas são cansativas; a diferença é que algumas podem ser mais cansativas que outras 😉

A Coreia fica do outro lado do planeta, então você tanto pode ir voando em direção oeste, ou seja, sobrevoar o Oceano Pacífico, ou voar em direção leste, passando pela África e Ásia. Nas quatro vezes que fui ao extremo leste asiático, fiz o caminho pelo leste: duas vezes voando Emirates com escala em Dubai, uma vez via KLM com escala em Amsterdan, e nesta última, que incluiu a Coreia, fomos pela Qatar, com escala em Doha. Minha escolha é sempre pelo menor custo e melhores voos (com menos tempo de conexão).

Esse roteiro pela Coreia do Sul tem um detalhe prático, que muitas vezes não atentamos, mas que faz toda diferença: chegamos por Seoul e fomos embora por Busan. Portas de entrada e saída diferentes otimizam o tempo no país, já que evitam que tenhamos que gastar tempo (e dinheiro) voltando ao ponto inicial. Seoul é onde está o maior aeroporto do pais (Incheon, sigla ICN), e Busan é a segunda maior cidade do país, com um aeroporto internacional bastante relevante (sigla PUS). Se possível, recomendo fazer o mesmo.
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Onde ficar na Coreia do Sul

Onde ficar em Seoul

Seoul é uma cidade enorme, moderna e bem conectada por metrô e ônibus. Escolher o bairro certo faz diferença na logística e também no clima da viagem. De modo geral, recomendo pensar primeiro no estilo que você prefere: mais turístico e central ou mais tradicional, ou se você curte uma região mais jovem e movimentada, ou apenas quer conforto com bom custo-benefício.

Onde ficar em Myeongdong

Como era nossa primeira vez em Seoul, optamos por ficar no centro do burburinho, o bairro de Myeongdong. Essa é uma das regiões mais práticas para se hospedar, com fácil acesso a pé para várias das principais atrações da cidade, cheia de lojas, restaurantes e street food, além de ter excelente acesso ao metrô. Nossa escolha foi o hotel Nine Tree by Parnas Seoul Myeongdong 2, muito bem localizado, a poucos minutos a pé da estação Euljiro 3, e também perto da estação Myeongdong. Os quartos eram no tamanho exato (pequenos, porém sem dar aquela sensação de claustrofobia), funcionais e confortáveis. A diária que pegamos não incluía café da manhã, o que para nós não foi problema, pois há inúmeras cafeterias nas ruas ao redor. O Nine Tree Myeongdong 2 tinha dois itens que foram uma mão na roda nessa viagem: uma loja de conveniência no térreo e uma lavanderia self-service no subsolo (essencial para quem, como eu, só viaja com mala de mão).

Há outro hotel dessa mesma rede, o Nine Tree by Parnas Seoul Myeongdong 1, mas achei que esse ficava muito no meio de agito, sem falar que o 2 estava com o preço melhor. É também uma ótima opção, fica muito perto da estação de metrô Myeongdong. Outro hotel que eu havia considerado nessa região, com bom custo-benefício, foi o Hotel ShinShin Myeongdong. Uma opção que parece conjugar economia e conforto, é o Unit M Hostel, que tem quartos privativos compactos com ótimo custo e excelente localização. Já o Metro Hotel Myeongdong é considerado um dos melhores da região.
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Onde ficar em Insadong

Outra região que pareceu muito simpática para ficar é Insadong, ideal para quem quer ficar perto dos palácios, da Bukchon Hanok Village e do riacho revitalizado Cheonggyecheon – este riozinho foi uma das minhas partes preferidas da cidade. À noite, essa região tende a ser mais tranquila do que Myeongdong, mas também é muito bem servida de restaurantes, lojas de conveniência e tudo mais que o viajante necessita.

Foi na Rua Insadong que vimos algumas apresentações de k-pop. Mesmos que você não seja fã no estilo, vale a pena parar para ver, é um evento com toda uma cultura própria. Afinal, como comentei lá no Instagram, ir à Coreia do Sul e não ver uma apresentação de k-pop é como ir à Roma e não ver o papa 😅

Em Insadong, minhas sugestões seriam o Hotel Sunbee Insadong e o Urbanstay Boutique Ikseon.
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Onde ficar em Hongdae

Se a ideia for um ambiente mais jovem e descolado, Hongdae é uma excelente escolha. Região universitária, cheia de cafés modernos, lojinhas independentes e apresentações de rua. Fomos num fim de tarde para essa região e adorei. recomendo dar uma volta pelo Gyeongui Line Forest Park (também rolou apresentação de k-pop por lá) e parar numa das diversas cafeterias ao redor.

O Mercure Ambassador Seoul Hongdae tem ótima localização, assim como o 9 Brick Hotel. Uma opção super econômica é ficar num hotel capsula, como o 82 Capsule Hotel.
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Onde ficar em Gangnam

A região de Gangnam, ao sul do Rio Han, é mais moderna e considerada mais sofisticada. Tem um perfil mais business, com hotéis estruturados, prédios altos e uma atmosfera mais corporativa. Pode parecer menos turística, mas costuma oferecer bons hotéis com ótimo custo-benefício, especialmente para quem busca quartos um pouco mais espaçosos e padrão executivo.

Gangnam é muito bem servida de transporte público, apesar de eu achar um pouco fora de mão para quem visita a cidade pela primeira vez. Tem ótimos restaurantes, além, é claro, de atrações imperdíveis em Seul, como a famosa estátua que homenageia a música que homenageia o bairro – ou seja, a Gangnam Style. Ali também vale conhecer a Starfield Library, uma biblioteca belíssima dentro de um shopping center, o templo Bongeunsa (em frente ao shopping) e o Lotte World Tower e parque.

Algumas opções são Ocloud Hotel Gangnam e o Shilla Stay Gangnam Yeoksam.
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Onde ficar em Gyeongju

Gyeongju foi a melhor surpresa desta viagem à Coréia (ainda pretendo fazer um post específico, aguardem!). É uma cidade histórica, no sul do país, conhecida como o “museu sem paredes” e foi a antiga capital do Reino de Silla (57a.C. – 935 d.C.).

Uma boa parte das atrações de Gyeongju fica concentrada numa área relativamente compacta, apenas o Templo Bulguksa fica mais afastado. Então minha recomendação é se hospedar próximo ao centrinho, para aproveitar a vibe super gostosa da cidade e fazer bastante coisa a pé.

Nós ficamos no Gyeongju GG Hotel, bem localizado, perto suficiente do centrinho para a ir a pé, e com um ponto de ônibus bem na porta, que foi mão na roda para ir até a estação do trem-bala e o Templo Bulguksa. Os quartos eram grandes e bem confortáveis, tudo limpo e organizado. Nossa diária não incluía café da manhã (nenhum dos hotéis em que ficamos na Coreia do Sul incluía), então comemos numa cafeteria ótima, no caminho para o centrinho (esse é o nome no Google Maps: 단석가찰보리빵 경주본점).

Em Gyeongju eu tentei uma hospedagem tradicional, num Hanok, a melhor opção que encontrei foi o Hwangnamguan Hanok Village, mas não estava mais disponível. Na mesma região do GG Hotel, vale conferir o Aventa Hotel, o Giverny Hotel e, numa faixa mais econômica, o Travel Light Hostel Gyeongju.

Um ponto importante: a estação do KTX fica afastada do centro de Gyeongju. É preciso pegar ônibus, o trajeto leva cerca de 30 minutos (confirme no Naver as opções, pode ser o ônibus n. 50, 70 ou 332). Nada complicado, mas vale considerar esse deslocamento no planejamento, especialmente se você estiver com malas.
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Onde ficar em Busan

Busan é uma cidade grande, espalhada e com perfis bem diferentes de bairro. Ao contrário de Seoul, aqui a escolha da região impacta bastante na logística da viagem, já que os deslocamentos de um lado a outro levam muito tempo.

Como viajamos no inverno, não fizemos questão de ficar perto da praia. Optamos por um hotel mais sofisticado em Seomyeon, o Lotte Hotel Busan, e foi a melhor hospedagem dessa viagem à Coreia – e nem foi tão caro quando comparado aos hotéis que ficamos no restante da viagem. Os quartos eram enormes, muito confortáveis, a equipe do hotel era super prestativa, a estrutura excelente. A região é bastante central, com excelente conexão de metrô, muitos restaurantes, cafés e comércio. Para explorar diferentes partes da cidade, funcionou muito bem.

Outras opções na região de Seomyeon são Busan Business Hotel e, no perfil mais econômico, o Green B Hotel Busan Seomyeon e o Lion Hotel.

Já no verão, eu recomendaria fortemente se hospedar em Haeundae, a praia mais famosa da Coreia de Sul e onde a vida acontece nos dias ensolarados. A área é organizada, agradável para caminhar e cheia de restaurantes e cafés com vista.

As opções que eu havia selecionado em Haeundae são o Marysol by Haeundae Beach e o Mipo Oceanside Hotel.

Outra alternativa interessante é a região de Nampo-dong, próxima ao mercado de peixe Jagalchi e a áreas mais antigas da cidade. Tem bastante movimento e um clima mais local. Não consegui visitar esse bairro por total falta de tempo, ah como eu gostaria de ter passado um dia a mais em Busan! Se quiser ficar por lá, considere o Towerhill Hotel e o Urbanstay Boutique Nampo BIFF.
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Como se locomover na Coreia do Sul

Pode ir tranquilo: circular pela Coreia do Sul é bem mais fácil do que parece. Se você está acostumado a usar transporte público em grandes cidades, do Brasil ou do mundo, se virar na Coreia não vai ser bicho de sete cabeças.

O que você precisa é o aplicativo correto. Como já estamos acostumados com o Google Maps, vale a pena usá-lo para localização geral, para encontrar restaurantes e lojas, e ter uma ideia de onde ficam as coisas. Mas na hora de ver o trajeto, use o aplicativo NAVER – o funcionamento é semelhante ao Google Maps, tem interface em inglês, e pode confiar no que ele apresenta que, para nós, foi 100% certo. Inclusive, quando eu estava pesquisando trajetos para montar o roteiro, já usei o Naver pois o Google Maps insistia em não funcionar.
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Como se locomover de uma cidade a outra da Coreia do Sul

Para se deslocar de uma cidade a outra, o sistema de trens é a pedida. Seul, Busan e Gyeongju são ligadas por linhas de trem-bala, chamado KTX. Viajar de trem é a forma mais fácil e econômica de organizar seu roteiro pela Coreia do Sul.

Fomos de trem-bala de Seoul para Gyeongju, leva pouco mais de duas horas. Comprei as passagens com antecedência pelo site oficial. As vendas abrem 30 dias antes da data da viagem, então recomendo já marcar no seu calendário para comprar no dia em que abre a venda, pois assim você consegue o melhor horário, especialmente se estiver viajando em alta temporada ou fins de semana (que foi nosso caso).

De Gyeongju para Busan, também fomos de KTX, mas dessa vez comprei na véspera, também no site oficial. Como é uma viagem curta (35 minutos) e no limite poderíamos fazer em trem comum, arrisquei deixar para comprar ao chegar lá e deu tudo certo.
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Como se locomover dentro das cidades coreanas

Em Seoul, usamos praticamente só metrô. A malha é extensa, bem sinalizada (inclusive em inglês) e cobre muito bem as principais áreas turísticas. Funcionou perfeitamente.

Para pagar as tarifas, usamos o cartão T-Money. É uma espécie de cartão de débito, aceito em diversos estabelecimentos, inclusive nas onipresentes lojas de conveniência. Compramos um cartão para cada viajante numa dessas lojas de conveniência e carregamos nos totens das estações – não conseguimos usar cartão para carregar, apenas dinheiro. Para usar o metrô, é só passar o cartão na catraca na entrada e na saída e pronto.

Do Aeroporto de Incheon até o hotel em Seoul, optamos pelo Airport Limousine Bus. Eu gosto muito dessa opção e sempre procuro se existe. Depois de uma viagem internacional longa e cansativa, tudo que eu não quero é carregar malas no metrô, fazer baldeação, subir escadas. O ônibus é confortável, tem espaço para as malas e passa pelas principais áreas hoteleiras da cidade. Há diversas linhas do ônibus, no nosso caso, para Myeongdong, foi o nº 6015; ao sair no desembarque internacional há totens para compra do ticket, o pagamento é com cartão de crédito ou débito – mesmo depois de 40 horas em voos intermináveis, foi fácil comprar o ticket. Nesse link tem mais informações.

Já em Busan, usamos bastante Uber. A cidade é mais espalhada e os deslocamentos levam tempo. Como estávamos em quatro pessoas, a diferença de preço não era tão grande, então optamos por um pouco de conforto. O Uber funciona muito bem e os preços são razoáveis. Da estação de trem ao hotel, e do hotel ao aeroporto, fomos de metrô.

Em Gyeongju fizemos tudo a pé, só pegamos o ônibus para ir e voltar do Templo Bulguksa, e para ir à estação do KTX – veja no aplicativo Naver as linhas e horários.

No geral, dá para viajar pela Coreia do Sul tranquilamente por conta própria, combinando trem-bala entre cidades e metrô, ônibus ou Uber dentro delas. É um país onde o transporte realmente joga a favor do viajante.
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Mapa de nossa viagem à Coreia do Sul (pra salvar na sua conta do Google)

Nosso roteiro pela Coreia do Sul está detalhado no mapa abaixo, com todos os pontos organizados para facilitar o planejamento da sua viagem. É só clicar e salvar na sua conta do Google. Quando você for planejar sua próxima viagem para a Coreia, já sabe exatamente por onde começar 😉

Seja para um roteiro de 7 dias na Coreia do Sul ou para uma viagem mais longa de 10 dias, o país permite combinações muito equilibradas entre história, tecnologia e experiências culturais autênticas.

Como usar esse mapa: Clique na aba localizada no canto superior esquerdo do mapa para acessar várias camadas, incluindo pontos de interesse e rotas. Você pode escolher quais camadas visualizar selecionando-as no check-box correspondente. Para obter detalhes adicionais sobre pontos de interesse específicos, clique nos ícones correspondentes no mapa.

É fácil salvar este mapa em sua conta do Google Maps, basta clicar no ícone de estrela próximo ao título do mapa. Para acessá-lo no seu celular ou computador, abra o Google Maps, toque no botão de menu, vá para “Meus Lugares”, selecione “Mapas” e você encontrará este mapa listado entre os seus mapas salvos.

Viagem à Coreia do Sul em perguntas e respostas rápidas

Quantos dias são ideais para uma primeira viagem à Coreia do Sul?
Entre 7 e 10 dias é o tempo ideal para combinar Seoul, Gyeongju e Busan com tranquilidade.

Vale a pena incluir Gyeongju no roteiro na Coreia do Sul?
Sim, especialmente se você quer equilibrar o roteiro com história e menos urbanização.

É fácil viajar pela Coreia do Sul por conta própria?
Muito. O transporte público funciona bem.

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É caro viajar pela Coreia do Sul?
Em geral, o custo é moderado. Hospedagem e transporte são mais acessíveis do que no Japão, e a comida local tem ótimo custo-benefício. O valor final vai depender do padrão de hotel escolhido.

Brasileiros precisam de visto para viajar à Coreia do Sul?
Não. Brasileiros podem viajar como turistas por até 90 dias sem visto, desde que cumpram os requisitos de entrada vigentes na data da viagem.

É seguro viajar pela Coreia do Sul?
Sim. A Coreia do Sul é considerada um dos países mais seguros do mundo para turistas, inclusive para mulheres viajando sozinhas.

Tenho mais dias: para onde ir na Coreia do Sul?
Se eu tivesse mais tempo na Coreia do Sul, eu teria visitado a ilha de Jeju, famosa por suas paisagens vulcânicas e trilhas costeiras. Outra opção seria ampliar o tempo em Busan e explorar cidades menos visitadas, como Andong (tradicional) ou Sokcho, porta de entrada para o Parque Nacional Seoraksan.



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