O que fazer em Melbourne: guia completo para sua viagem

Eu preciso admitir que a Austrália entrou de gaiato na nossa primeira viagem à Oceania. A ideia era visitarmos somente a Nova Zelândia, mas o velho conhecido “já que” deu aquele empurrãozinho: já que vamos tão longe, será que não conseguimos dar um pulinho na Austrália?

Nem preciso me alongar nesse processo decisório. Feitas as contas de dias livres, grana e verificadas as conexões aéreas, partiu Melbourne!

Melbourne foi a escolhida não por ser a capital cultural da Austrália, ou por ser uma das cidades com melhor qualidade de vida no mundo, ou pelas paisagens belíssimas ao seu redor. Tenho que admitir que Melbourne entrou no nosso roteiro simplesmente porque as passagens aéreas estavam mais baratas, e as conexões melhores. Não sei vocês, mas aqui isso acontece sempre – foi assim que conhecemos Nairobi, no Quênia, e Belgrado, na Sérvia.

Antes de mais nada, me segue no Instagram @danae_explore – lá você acompanha minhas viagens, pega muitas dicas e pode me mandar uma DM sempre que quiser! Amo falar sobre viagens ✈️🧳🌎

Mas bastou colocar os pés na segunda maior cidade australiana que percebi que meu coração já tinha novo dono: Melbourne é uma cidade deliciosa de se conhecer, com um centro cosmopolita e animado, transporte urbano fácil, inúmeros parques e áreas verdes, ótimos museus, comida excelente e onde provei os melhores cafés de todo o rolê de um mês pela Oceania.

Ficamos sete dias na Austrália, divididos em quatro dias para Melbourne e três dias na estrada, sendo dois deles percorrendo a Great Ocean Road – ainda não tenho post dessa roadtrip aqui no blog, mas você pode conferir no feed e destaques do meu Instagram @danae_explore, que já dão um bom gostinho do que vem por aí.

Então bora que aqui tem o guia completo de Melbourne: onde se hospedar, como se locomover, quantos dias ficar e o que fazer na cidade e nos seus arredores. Tenho certeza que, assim como eu, você irá se apaixonar e se despedirá da cidade com aquele gostinho de quero mais.
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O que fazer em Melbourne – visão geral

Foram quatro intensos dias em Melbourne! Nosso voo pousou às 5h40 da madrugada (voamos LATAM a partir de São Paulo, com escala em Santiago do Chile), deixamos as malas no hotel e às sete da manhã já estávamos explorando as ruas da cidade.

Em linhas gerais, nossos dias em Melbourne foram assim:

1️⃣ Explorar o CBD – Central Business District, o centrinho de Melbourne

2️⃣ Praias de St. Kilda e Brighton, com as famosas Brighton Bathing Boxes

3️⃣ Parques, museus e mercado: Royal Botanic Gardens, Melbourne Museum, Fitzroy Gardens e Queen Victoria Market

4️⃣ bate-volta para Phillip Island (recomendo muito!)

A ordem dos dias fica a seu critério.

Visitamos a Phillip Island no último dia pois pegamos o carro alugado somente nesse dia (já que nos três primeiros, em Melbourne, ele foi completamente desnecessário e só nos traria despesas com estacionamento), e seguimos com o carro alugado pela Great Ocean Road, até a devolução no aeroporto no dia da partida rumo à Nova Zelândia.
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Para alugar carro, sempre uso o site RentCars, é onde normalmente encontro as melhores opções, e com o cupom DANAE ainda rola mais 5% de desconto. Bora?

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Onde ficar em Melbourne

A dica geral é simples: fique no CBD (Central Business District), o centrinho da cidade.

Ficamos quatro noites em Melbourne no Wyndham Hotel Melbourne e recomendo muito. Localização excelente no CBD, com um ponto do tram bem na frente do hotel – que é gratuito para viagens dentro da área do CBD. Pegamos o apartamento família, com dois quartos (um com cama queen e outro com duas camas de solteiro), um banheiro, sala e cozinha compacta. Foi perfeito, já que, viajando com duas adolescentes, estamos naquele limiar entre deixar as crianças se virarem sozinhas e precisar estar ali do lado, senão vira o caos.

Como comentei no Instagram @danae_explore, recomendo muito ficar na área do CBD. Além de estar perto das principais atrações e ter o sistema de trams gratuito com fácil acesso, a região é animada, com inúmeras opções de restaurantes e cafés e todo o comércio local que o viajante precisa. Eu adorei e, quando voltar a Melbourne, certamente ficarei de novo no CBD.

No plano inicial de viagem, a última noite na Austrália seria novamente em Melbourne, e ficaríamos no Novotel Melbourne Central. Depois revi os planos e resolvemos ficar uma noite a mais na Great Ocean Road (ficamos na cidade de Lorne, neste hotel), o que foi uma sábia decisão.

Outras alternativas que eu havia considerado foram o Oaks Melbourne on Collins Suites e o Causeway 353 Hotel. Para um orçamento mais apertado, o Ibis Styles Kingsgate Melbourne tem ótima localização, vale conferir.

Você pode pesquisar as opções disponíveis e valores no mapa abaixo:
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Como se locomover em Melbourne

Como ir do aeroporto ao centro de Melbourne de transporte público

Fomos de ônibus do aeroporto até nosso hotel no CBD. Ao desembarcar, basta seguir as placas indicativas no terminal e pegar o Skybus (link do site oficial e link do GetYourGuide pelo mesmo valor), o ônibus que vai direto até a estação central de Melbourne.

Nosso voo pousou às 5h40 da madrugada, pegamos o ônibus às 6h20 e levou menos de meia hora para chegar na estação, mais uns cinco minutos andando até nosso hotel. Custa AUD$ 25,90 por adulto, AUD$ 6,60 por criança até 16 anos, ou AUD$ 43,40 / AUD$ 11,00 ida e volta. Nós compramos o ticket na hora, num quiosque do aeroporto, mas é possível comprar online com antecedência.
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Como se locomover na cidade de Melbourne

No centro da cidade, o CBD, dá para fazer tudo a pé. Aliás, na minha opinião, caminhar é a melhor forma de conhecer qualquer lugar.

Mas quando bater aquele cansaço, ou se precisar ir a um lugar mais longe, o sistema de trams em Melbourne é excelente! As viagens dentro do CBD são gratuitas: basta entrar e sair dentro dos limites da área central. Nos pontos de tram tem a indicação da área gratuita, e quando o tram sai dessa região, é informado no alto-falante, não tem muito como errar.

Para usar os trams fora do CBD, é necessário pagar a tarifa. Há duas classes de tarifas, mas se você começar a viagem no CBD e terminar fora dele, estará na tarifa mais alta, que é AUD$ 2,85 e te dá direito a andar ilimitadamente durante duas horas. É possível pagar com qualquer cartão de crédito por aproximação: basta encostar o cartão (ou o celular) na maquinha ao lado da porta e pronto, boa viagem. Outra alternativa é usar o myki card, um cartão de transporte pré-pago que pode ser comprado em qualquer estação de trem. Esse cartão te permite viajar ilimitadamente durante 7 dias por AUD$ 28,50 (há pacotes para períodos mais longos), o que acaba sendo uma ótima alternativa caso você fique bastante tempo na cidade. No site oficial tem mais informações.

Crianças até 18 anos viajam grátis, mas para isso é necessário ter o myki card youth. Compramos num guichê na Flinders Station, custa AUD$ 5 e pronto, é só encostar nas maquinhas de cobrança ao entrar no transporte público. Vale para tram, ônibus, trem e metrô (não usamos o metrô).

Usamos ônibus para ir de St. Kilda a Brighton e, na data em que fomos, o sistema de pagamento por cartão de crédito ainda não estava implementado nos ônibus. O pagamento é com dinheiro ou myki card, como não tínhamos nenhum dos dois (🙈), o motorista nos deixou andar fiado 😂.
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Como ir de Melbourne à Phillip Island

Optamos por fazer o passeio até a Phillip Island com carro alugado, pela flexibilidade e porque iríamos de qualquer forma alugar carro para os dias seguintes da viagem.

É possível visitar a Phillip Island com tours que saem do centro de Melbourne (aqui uma opção com parcelamento em reais), porém fizemos as contas e achamos que, para nós, a flexibilidade de ter um carro era mais importante.

Mas já adianto: a Phillip Island não é tão perto de Melbourne, e acaba sendo um dia muito cansativo. Avalie o que é melhor para você, abaixo tem algumas opções de tour:
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O que fazer em Melbourne em 1 dia

Se você tiver só um dia em Melbourne, coloque um calçado bem confortável e aproveite para conhecer tudo que der no Central Business District.

Aqui está nosso roteiro, com as principais atrações em negrito, mas você pode adaptar como quiser. Para ter uma ideia, foram mais de 20 mil passos nesse dia – e ainda ficaram algumas atrações de fora, por puro cansaço.

Deixamos as malas no Wyndham Hotel Melbourne e fomos tomar um café no Patricia Coffee Brewers, que foi eleito o melhor café da viagem – voltamos lá diversas vezes, até porque era praticamente na frente do nosso hotel. Não tem onde sentar (eles improvisam uns bancos com engradados na rua em frente ao café, algo que inclusive vimos em outros lugares em Melbourne), e as opções de comida são poucas (apenas alguns croissants, muffins e coisas do tipo), mas o café é muito bom mesmo. Vale a pena ir, mesmo que você esteja hospedado em outro lugar do CBD.
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Federation Square e Southbank

Caminhamos até a Federation Square, o coração de Melbourne, com seus prédios super modernos e onde acontecem diversos eventos durante o ano.

Ali em frente fica a Flinders Street Station, a estação de trem mais antiga da Austrália, e a Catedral de St. Paul, consagrada em 1891. Atravessamos a Princes Bridge e fomos caminhando pelo Yarra Riverbank até a Queens Bridge pela Southbank Promenade, ao longo da qual se tem as melhores vistas do skyline de Melbourne.

Voltamos e atravessamos novamente o rio pela Sandridge Bridge, uma antiga ponte ferroviária, hoje exclusiva para pedestres, que abriga a Travellers exhibit, com esculturas e painéis informativos que contam a origem da população de Melbourne, desde a chegada dos povos originários até os imigrantes vindos de todo o planeta.

No Southbank fica o Eureka Tower, o edifício mais alto de Melbourne. É possível subir no Melbolurne Skydesk, o observatório do 88º andar para vistas panorâmicas da cidade, e andar no chão de vidro que já está até meio banalizado ultimamente, mas que não deixa de dar um frio na barriga. A essa altura do passeio – lembrando que a gente tinha vindo direto do aeroporto, virado no fuso horário e batendo perna desde as sete da matina, decidimos que um dia quem sabe talvez quando voltarmos a Melbourne faremos esse rolê.

Ali perto está o Sea Life Melbourne Aquarium, um dos maiores aquários da Austrália. Esse eu também passei, pois já cumpri minha cota nessa vida de visitas a aquários, mas se você (ou suas crianças) tiver interesse no assunto, o local é muito bem recomendado.

Se você curte aquários, aqui no blog conto nossa experiência no Two Oceans Aquarium, na Cidade do Cabo, no Aquário de Sevilha, na Espanha, no Oceanário de Las Islas del Rosario, em Cartagena, Colômbia e no Alaska Sealife Center, nos Estados Unidos – além desses, já fui em muitos outros, acredite! Mas o que recomendo mesmo são os aquários naturais, pois nada melhor que ver os animais em vida livre, no seu próprio habitat, não? Aqui no blog temos Bonito, no Mato Grosso do Sul, Zanzibar, na Tanzânia, e Koh Samui, na Tailândia.

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Lanes de Melbourne

Melbourne é famosa pelas lanes, ruelas que ligam as avenidas principais e que têm um charme próprio: algumas cheias de bares e restaurantes com mesinhas para fora, outras dominadas pela street-art e grafites. Começamos pela Degraves Street, que tem cafés deliciosos – tomamos café da manhã duas vezes lá, uma no Degraves St. Laneway (ótimo) e outra no Xpressomondo (bom). Quase que continuação da Degraves, a Centre Place Lane também é café atrás de café atrás de bar; ao lado, a Scott Alley tem uns grafites legais.

Seguimos pela The Block Arcade Lane, cruzamos pela belíssima Royal Arcade Lane e chegamos na Hardware Lane, outra ruela com um restaurante ao lado do outro. Almoçamos no Khao Man Gai Restaurant, um restaurante tailandês bem tradicional.

Além dessas lanes, recomendo a AC-DC Lane, com os grafites mais legais da cidade, a Hosier Lane, também cheia de grafites, as duas ficam bem próximas da Federation Square. Passamos por elas no dia 2 do nosso roteiro, mas é jogo rápido, então você pode incluir quando fizer mais sentido na sua programação.

Paramos para umas compras na UNIQLO, eu amo essa loja para roupas de inverno, são ótimas e o preço é excelente – aqui no blog tem meu guia para viajar só com mala de mão e a Uniqlo é uma baita aliada nesse momento, as roupas de frio são leves e tecnológicas e quase não ocupam espaço na mala, sem elas eu não sei o que seria da minha viagem light 😅

Considerando que fizemos tudo isso direto do aeroporto e zoados pelo fuso horário (aqui minhas técnicas para evitar o jet-lag), foi um sucesso esse primeiro dia de viagem. Demos o dia por encerrado, voltamos para o nosso hotel e desmaiamos na cama.

Uma ideia legal é fazer o passeio pelo CBD com um free-tour, eu tinha até reservado, mas acabei cancelando pois imaginei que estaríamos cansados demais para acompanhar. Agora vendo tudo que fizemos nesse dia, teria dado super certo pegar o free-tour, e certamente teríamos ouvido histórias interessantes sobre a cidade e conhecido outras pessoas. Bem, fica o aprendizado: não nos subestimar quando se trata de viagem 😉
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O que fazer em Melbourne em 2 dias

Com dois dias em Melbourne, junte o roteiro do dia 1 (o CBD, logo acima) com o deste segundo dia: as praias mais famosas da região, St. Kilda e Brighton.

Fomos para a Austrália no inverno (final de junho), pegamos dias lindos, porém frios. Como era de se esperar, as praias estavam vazias e sem condição alguma de entrar no mar. No verão o local muda completamente de vibe, com muito mais vida e atividades ao ar livre. Mesmo assim, curtimos muito o dia, tivemos a St. Kilda, a praia mais badalada da região, só para nós; caminhamos com calma pelas areias, sem muvuca, pura contemplação.

É fácil chegar em St. Kilda do centro de Melbourne: pegamos o tram 96 em frente à Southern Cross Station e descemos no Luna Park. Pagamos com cartão de crédito na maquininha do tram, as crianças usaram o Myki Card Youth (veja seção “como se locomover em Melbourne” para mais detalhes). Vale sempre a pena pesquisar no Google Maps o melhor caminho com base na sua localização, foi o que fizemos na hora e funcionou perfeitamente.
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O que fazer em St. Kilda

As principais atrações de St. Kilda, além da praia, são o Luna Park e o Palais Theatre, que ficam um ao lado do outro a uma quadra de distância da famosa praia. No verão a praia é animadíssima e rolam vários festivais e eventos; no dia em que fomos estava vazia, mas mesmo assim foi um agradável caminhar pela orla e pelo pier.

O Palais Theatre foi inaugurado em 1927 como parte de um novo distrito de entretenimento da cidade, e preserva até hoje o estilo art déco característico da época. Operou como cinema até a década de 1950, quando foi remodelado para apresentações ao vivo de dança e teatro, além de shows – já serviu de palco para os Rolling Stones, Bob Dylan, Ed Sheeran, Tom Jones, Florence & The Machine, Sting, Kylie Minogue e por aí vai.

Inaugurado em 13 de dezembro de 1912, o Luna Park Melbourne foi o primeiro parque de diversões da Austrália e o mais antigo do mundo em operação contínua. Ele foi criado pela mesma equipe que abriu, em 1903, o parque em Coney Island, em Nova York (aqui nosso guia completo de Nova York). A entrada é pela boca do Mr. Moon, um rosto gigante que virou símbolo da cidade, e a principal atração do local é a Great Scenic Railway, a montanha-russa de madeira mais antiga do mundo ainda em funcionamento. Eu adoraria ter dado uma volta nela, mas era terça-feira e o parque estava fechado.
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Ao lado do Luna Park encontramos um daqueles lugares que não aparecem no roteiro de ninguém, ninguém indicou e nenhum influencer comentou, mas que virou um dos achados mais interessantes do dia. Um jardim-horta-ateliê comunitário, chamado Veg Out Community Gardens St Kilda. Demos uma volta pelos jardins com suas esculturas feitas de material reciclado, vimos uma exposição de um artista local, tomamos um café e comemos uns cookies na Acland Street e seguimos para Brighton Beach.

De St. Kilda a Brighton fomos de ônibus, mas só depois de embarcar descobrimos que os ônibus ainda não aceitavam o pagamento com cartão de crédito por aproximação. Pegamos carona no busão na maior irregularidade 😂, então antes de ir confira se os ônibus já estão integrados nesse sistema (está previsto para breve); se não estiverem, compre seu cartão myki ou leve dinheiro em espécie.
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O que fazer em Brighton Beach

Brighton é outra praia que bomba no verão de Melbourne, mas que, como pudemos comprovar, adormece no inverno. Caminhamos pela areia, que tem uma linda vista da cidade, e chegamos no trecho que abriga as tão famosas Brighton Bathing Boxes. Mesmo que você nunca tenha pesquisado nada sobre Melbourne, tenho certeza que essas casinhas já apareceram no feed da sua rede social.

São cerca de 90 depósitos de madeira, os primeiros construídos na década de 1860 para que as banhistas pudessem trocar de roupa com privacidade – outros tempos né? São propriedade privada e só moradores locais de Brighton podem comprá-las. Não têm água encanada, nem energia elétrica, não é permitido dormir nelas nem nada mais que você tá pensando. Funcionam só mesmo como depósito, e, pelo que pesquisei, custam mais de AUD$ 350 mil (algo como R$ 1,2 milhão). A vida é assim, né? Uns têm depósito instagramável de milhões com vista pro mar, o meu tem vista pros carros estacionados no segundo subsolo.😅

Apesar de ser inverno e a praia estar vazia, o trecho de areia em que ficam as casinhas estava bem movimentado. Não diria cheio, mas foi o local onde vimos mais gente nesse dia. Imagino que na alta temporada deve ser complicado conseguir uma fotinho como essa, sozinha entre as casas, então vamos dar um viva às glórias de viajar na baixa temporada!

Na volta, de Brighton ao CBD, usamos o trem e foi perfeito: pagamos com cartão de crédito e as crianças foram “de grátis” com o myki card youth.
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O que fazer em Melbourne em 3 dias – Phillip Island

Com três dias em Melbourne, recomendo fazer o que sugeri para os dia 1 e 2 e dedicar o terceiro para visitar a Phillip Island, que foi um dos highlights de nossa viagem à Austrália.

Como já mencionei, fizemos esse passeio no quarto dia, para simplificar o aluguel do carro: nos três primeiros dias em Melbourne não usamos carro, pegamos no quarto dia, fomos a Phillip Island e no dia seguinte partimos para a road trip pela Great Ocean Road. Mas, logicamente, você deve fazer como achar que encaixa melhor na sua programação.

Chegamos na ilha, demos uma volta pelo centrinho, almoçamos no Cozy Island (restaurante vietnamita), esticamos as pernas na Cowes Beach, tomamos um café no Cafe Lugano. Durante a tarde visitamos os dois pontos que nos trouxeram à Phillip Island: o Koala Conservation Reserve e a Penguin Parade.
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Penguin Parade

A principal atração da Phillip Island é a Penguin Parade. A ilha abriga a maior colônia de pinguins-pequenos do mundo, são cerca de 40 mil. Todo dia, no pôr do sol, uma parte deles sai do mar e volta para suas tocas na praia, a coisa mais linda de se ver. Em respeito aos donos da areia, é proibido fotografá-los nesse momento, pois a luminosidade do celular os desorienta (a foto acima é institucional e disponibilizada gratuitamente para download na visita).

O horário da Penguin Parade varia ao longo do ano, afinal segue o horário do pôr do sol, né? Fomos em junho, inverno na Austrália, época em que acontece ao redor das 17h30. Na foto abaixo tem o horário previsto da volta dos pinguins a cada mês do ano, e o que você encontrará de acordo com o ciclo de vida e reprodução dessas aves fofíssimas.
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Chegando no Centro de Visitantes, há uma exposição sobre os animais, lojinha de souvenirs, café, banheiros e toda a estrutura possível e imaginável.

Na praia, onde os pinguins costumam chegar, foram instaladas arquibancadas – isso mesmo, arquibancadas, como se fosse um estádio de futebol. Há uma área premium plus (AUD$ 93), uma área premium (AUD$ 85) e uma área geral pra galera (AUD$ 34). Ficamos na geral mesmo, pois achei o valor do ingresso das outras exorbitante. A premium está localizada num canto da praia que, segundo explicaram, é o preferido pelos pinguins, a geral fica lá longe. Confira no site oficial os valores atualizados.

Apesar da colônia de pinguins que vive ali ser enorme, não são todos que voltam para terra firme ao fim do dia. E, realmente, a maioria vai pelo canto da praia onde estão as arquibancadas premium. No nosso lado, “da galera”, vimos poucos pinguins, mas o suficiente para ficar torcendo pelos animaizinhos como se minha vida dependesse disso (até porque, no limite, a vida do pinguim depende de conseguir terminar essa empreitada).

Pode parecer fácil, mas é bem difícil para os pinguins sairem da água. Eles vão e voltam algumas vezes, levados pelas ondas, as gaivotas atrapalham, aí quando um está quase conseguindo vem uma onda mais forte e leva ele de novo para o mar; eles saem da água em grupos, e se um é levado pelas ondas, os demais param e esperam, demonstrando um espírito de equipe que falta a muitos de nós.
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Koala Conservation Reserve

Uma das minhas prioridades para essa viagem a Austrália era ver coalas. Eu imaginava que seria difícil mesmo ver, mas tinha a esperança de avistá-los na Great Ocean Road – o que, já lhes adianto, não rolou.

Então pra garantir, fiz questão de visitar o Koala Conservation Reserve, na Phillip Island, e foi perfeito, recomendo muito, mesmo que depois você os encontre na natureza. Aqui o link oficial da reserva, e aqui um tour que inclui a visita à reserva e aos pinguins.

A reserva abriga cerca de 16 coalas vivendo em um ambiente muito próximo do habitat natural, distribuídos em três grandes áreas. Em cada uma delas, há passarelas suspensas para visitação, que colocam você mais próximo dos bichinhos e facilitam observá-los. Achei excelente, pois você consegue ver os coalas bem de perto, sem invadir o espaço deles. Logicamente, não pode interferir em nada: não é permitido tocar nos animais, nem alimentá-los e recomenda-se ficar em silêncio.

No Centro de Visitantes há uma pequena exposição com painéis explicando o ciclo de vida, o comportamento e a conservação da espécie. Coalas dormem cerca de 20 horas por dia e passam as outras quatro comendo, tivemos a sorte de ver dois coalas acordados e comendo, é a coisa mais fofa do mundo.

Além dos coalas, ainda avistamos um canguru e um wallaby, os dois em vida livre dentro da reserva, além de vários pássaros. Levamos cerca de 1h30 na visita, e só não ficamos mais pois não queríamos chegar atrasados para a Penguin Parade.
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Como visitar a Phillip Island a partir de Melbourne

É possível – e usual – fazer o bate-volta a Phillip Island com tours que saem de Melbourne, e que incluem outras paradas na ilha.

Eu pesquisei as opções e, pelo custo (mais alto com tour) e pela flexibilidade (mais alta com o carro), optamos por alugar o carro e fazer por conta própria. O lado negativo é que foi bem cansativo. Chegamos em Melbourne lá pelas onze da noite acabados. Mas lembre-se de que somos 4 pessoas, se você viaja sozinha, talvez valha a pena pegar o tour, avalie.

Seguem os custos da Phillip Island “modo raiz”: alugamos um carro (standard SUV, AUD$ 80/dia, tem opções mais baratas) + ingresso do Penguin Parade (AUD$ 34 por pessoa) + Koala Conservation Reserve (AUD$ 43,75 o ingresso familiar) = AUD$ 65 por pessoa (somos 4 pessoas).

Fizemos o passeio no nosso ritmo, curtimos sem stress. Comemos quando deu vontade, ficamos mais tempo onde nos interessava e menos onde não tinha graça.

Eu sou afiliada do GetYourGuide e da Civitatis e recomendo bastante esses sites. Mas esses intermediários nem sempre são a melhor opção e normalmente são mais caros que comprar lá na hora, direto com o prestador local. Sempre pesquise as alternativas e não tenha medo de fazer as coisas por conta própria: você faz seu suado dinheirinho render e volta com histórias muito mais interessantes pra contar.

Atenção: Alguns tours incluem uma parada no Moonlit Sanctuary Wildlife Conservation Park, que se intitula um parque de conservação da vida selvagem, porém permite interação com os animais: você pode alimentar os coalas, fazer carinho nos bichinhos e todo o pacote completo do “santuário” que de santuário não tem nada. Sou completamente contra esse tipo de prática e não visito locais que permitem tocar nos animais. Depois de pesquisar, optei por visitar o Koala Conservation Reserve, que nos pareceu mais ético e que, como comprovamos in loco, não permite qualquer tipo de interação com os animais.
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O que fazer em Melbourne em 4 dias

Com quatro dias, acrescente um dia dedicado às atrações fora do Central Business District: há parques, museus e bairros super charmosos. Fizemos tudo isso e ainda passeamos pelas partes do CBD que não tivemos tempo (ou energia) para ver no primeiro dia.
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Carlton Gardens, Royal Exhibition Building e Melbourne Museum

Começamos o dia pelo Carlton Gardens, onde estão o Royal Exhibition Building e o Melbourne Museum. O Royal Exhibition foi construído em 1880 para a Exposição Internacional de Melbourne e foi a sede do primeiro parlamento australiano. Hoje é usado para eventos e exposições, quando fomos não havia nada rolando por lá.

Ao lado dele está o Melbourne Museum, e recomendo muito conhecer. O museu tem várias alas, com exposições sobre dinossauros, o planeta Terra e o Universo, sobre povos originários da Austrália (parte que mais me interessava), sobre a história de Melbourne, tem uma área que reproduz florestas da região de Melbourne, exposições temporárias sobre arte e cultura. É um daqueles museus que você pode passar o dia inteiro explorando, que agrada dos 8 aos 80.

O ingresso para o Melbourne Museum custa AUD$ 18 por adulto e crianças abaixo de 16 anos entram grátis. Compramos na hora, mas você pode comprar com antecedência pelo site oficial, e conferir os horários de funcionamento.
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Almoçamos ali perto na Lygon Street. Há diversos restaurantes, um ao lado do outro, e quase caímos num golpe! Paramos para ver o cardápio exposto na entrada de um restaurante, aí o hostess chegou todo simpático, nem nos deixou pensar muito e já nos acomodou numa mesa, trouxe os cardápios e já estávamos pedindo quando percebemos que o valor dos pratos no cardápio era diferente do valor que estava exposto na entrada, e não havia a parte de bebidas. Já tínhamos caído num golpe muito parecido com esse em Dubrovnik, então levantamos na hora, o garçom tentou se explicar falando que cobraria o preço do cardápio exposto, mas a gente é gato escaldado e não admite esse tipo de pilantragem.

Fomos num restaurante ao lado, chamado Piccolo Mondo. A comida foi ok, nada demais, mas ao menos os valores dos pratos estavam corretos e os preços das bebidas eram razoáveis.

Mais ao norte está o bairro de Fitzroy: minha ideia inicial era ir até lá tomar sorvete e café. É uma área cheia de lojas autorais, brechós e cafés descolados, nos finais de semana, acontece a feira Rose Street Artists Market. Mas fizemos a conta do tempo disponível e deixamos esse rolê para a próxima vez em Melbourne. O café foi num lugar delicioso que achamos quase em frente ao ponto do tram, chamado Mid Square Coffee, recomendo.
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Fitzroy Gardens e a Cooks’ Cottage

Outra sugestão de parque em Melbourne é o Fitzroy Gardens, que fica bem no caminho entre o Melbourne Museum e o Royal Botanic Gardens.

No Fitzroy Gardens está a Cooks’ Cottage, a casa da família do capitão James Cook, construída em 1755 na Inglaterra e trazida tijolo por tijolo para Melbourne em 1934; é apontada como a construção mais antiga da Austrália. Nós não tivemos tempo de conhecer, ficou para a próxima.
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Royal Botanic Gardens e Shrine of Remembrance

Pegamos um tram e fomos até o Royal Botanic Gardens Victoria e a Shrine of Remembrance, um monumento construído em homenagem aos soldados australianos que serviram durante a Primeira Guerra Mundial, mas com o tempo foi expandido para incluir a Segunda Guerra e outros eventos da história militar da Austrália. A entrada é gratuita, mas, se você preferir, há tours guiados que devem ser agendados pelo site oficial.

Já o Jardim Botânico foi a área verde mais bonita que visitei em Melbourne. Entramos pouco antes do horário de fechamento (esse o Google Maps errou), mas mesmo assim pudemos caminhar pelas ruelas, apreciar as vistas e desligar um pouco do ritmo acelerado da cidade.

O Jardim foi inaugurado em 1846, conta com mais de 8.500 espécies diferentes de plantas, tanto nativas da Austrália quanto exóticas, distribuídas em 360 mil metros quadrados. Fica aberto o ano inteiro e a entrada é gratuita. Mais informações no site oficial.

De lá, fomos caminhando de volta ao CBD pelos jardins às margens do Rio Yarra, imagino que o caminho que fizemos seja parte do Melbourne Park.
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State Library Victoria

Depois de muitas paradas para fotos, vários cafés e alguns doces para manter as crianças no pique, chegamos na State Library Victoria.

Inaugurada em 1856, é um dos prédios mais icônicos da cidade. É a biblioteca pública mais antiga da Austrália e uma das primeiras de seu gênero no mundo. Atualmente, é a biblioteca mais movimentada do país e, de acordo com os dados de 2023, a terceira mais movimentada do mundo! Conta com mais de 5 milhões de itens: além de livros, tem manuscritos, pinturas, mapas, fotografias, jornais e todo tipo de material impresso.

O highlight do edifício é a La Trobe Reading Room, uma sala de leitura octogonal com um domo gigantesco. Inaugurada em 1913, tem seis andares de altura e capacidade para armazenar mais de 32 mil livros e acomodar 320 leitores.

No quarto andar dessa sala octogonal está a exposição “World of the Book“, que conta a história do livro e da literatura na Austrália e no mundo. Infelizmente, estava fechado para renovação quando visitamos.

Se você viajar com crianças, não deixe de ir à Biblioteca. A seção infantil é incrível, com brinquedos, áreas para atividades e muitos muitos livros.

Na área externa há um gramado super convidativo, fomos no inverno e estava cheio de gente curtindo, conversando, aproveitando o solzinho para se esquentar. Em frente às escadarias tem um daqueles jogos de xadrez gigante, minhas filhas até tentaram participar mas a fila estava muito longa.

Outros museus de Melbourne são o Immigration Museum, National Sports Museum, a National Gallery of Victoria e o Australian Centre for the Moving Image (ACMI).
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Queen Victoria Market

Terminamos o dia no Queen Victoria Market, um mercado histórico que vende de tudo: frutas e verduras, secos e molhados, comida de todos os tipos, roupas, lembrancinhas, etc etc.

Tínhamos tentado ir logo de manhã, para tomar café da manhã, mas demos com a cara na porta: às quartas-feiras ele fecha. Mas descobrimos algo muito melhor: às quartas-feiras à noite funciona o night market. Chegamos lá e não só o mercado estava a pleno vapor, como estava rolando o Winter Festival, com música ao vivo, comida, bebida e muita gente curtindo o friozinho das noites de junho.
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Great Ocean Road – o complemento ideal de uma visita a Melbourne

Quando você conhecer a Great Ocean Road você perceberá que não é à toa que ela aparece em 12 das 11 listas das 10 estradas mais lindas do mundo, das 9 road trips que você precisa fazer na vida e dos 8 lugares que vc provavelmente nunca ouviu falar mas que valem a viagem. Não curto esse tipo de post, mas tenho que admitir que, se um dia eu fizesse uma lista dessas, a Great Ocean Road certamente teria seu lugar de honra.

Tem gente que recomenda fazer como um bate-volta de Melbourne, mas não cometa esse erro. Fizemos a estrada em dois dias e foi bem corrido: recomendo reservar três. E, logicamente, se você tiver mais tempo, aproveite, viajar por lugares lindos sem pressa é o que há de melhor na vida!

Veja no meu Instagram @danae_explore: tem posts e um destaque específico sobre esse passeio.
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Vistos e documentação para entrar na Austrália

Visto para Austrália

O bom viajante sabe que planejar uma viagem não se limita a escolher hotéis e atrações. Não podemos esquecer da papelada, é chato, sim eu sei, mas sem isso não tem viagem.

Brasileiros precisam de VISTO para Austrália. O processo é todo online e eu fiz por conta própria no site oficial. É um formulário bem chatinho de preencher (Visitor Subclass 600), reserve pelo menos uns trinta minutos para cada formulário (eu fiz o meu, do marido e das crianças); preencha os dos adultos antes dos das crianças, porque é preciso vincular o pedido dos menores ao dos responsáveis. Custa AUD$ 250 por pessoa e pode ser concedido por 3, 6 ou 12 meses, dependendo da análise (eu paguei AUD$ 146 cada, porém, ao escrever este artigo, o site oficial aponta o custo de AUD$ 250)

Recomenda-se solicitar o visto com no mínimo dois meses de antecedência da data da viagem. O meu e do meu marido ficaram prontos na hora, tipo pagou levou, mas o das minhas filhas (menores de idade) levou três semanas para ser expedido.
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Vacina febre amarela

A vacina de febre amarela é obrigatória para entrar na Austrália vindo do Brasil. Não nos foi solicitado o comprovante, nem ao embarcar em São Paulo, nem na chegada em Melbourne. Porém, não vacile, tome a vacina e tenha o certificado em mãos.

O SUS oferece a vacina de febre amarela gratuitamente, e uma dose aplicada a partir dos cinco anos protege por toda a vida (quem se vacinou antes disso precisa de uma dose de reforço). Atenção ao prazo: a vacina só passa a valer dez dias depois da aplicação, então não deixe para a última hora. É essencial ter o comprovante internacional de vacinação, que você pode obter pelo site gov.br e prender com um clipe (nada de grampear!) no seu passaporte – estará ali sempre pronto e você nunca mais precisará se preocupar com isso.
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Todos os valores citados neste post foram conferidos em agosto de 2026.

Mapa com nossas recomendações em Melbourne

Nosso roteiro e dicas de Melbourne estão marcados no mapa abaixo, incluindo a roadtrip pela Great Ocean Road, com todos os pontos organizados para facilitar o planejamento da sua viagem. É só clicar, salvar na sua conta do Google e usar na hora de planejar sua próxima aventura australiana.

Como usar esse mapa: Clique na aba localizada no canto superior esquerdo do mapa para acessar várias camadas, incluindo pontos de interesse e rotas. Você pode escolher quais camadas visualizar selecionando-as no check-box correspondente. Para obter detalhes adicionais sobre pontos de interesse específicos, clique nos ícones correspondentes no mapa.

É fácil salvar este mapa em sua conta do Google Maps, basta clicar no ícone de estrela próximo ao título do mapa. Para acessá-lo no seu celular ou computador, abra o Google Maps, toque no botão de menu, vá para “Meus Lugares”, selecione “Mapas” e você encontrará este mapa listado entre os seus mapas salvos.

Nesse post explico como usar o Google MyMaps para planejar uma viagem, é um recurso muito bom, vale a pena conhecer!

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Viagem a Melbourne em perguntas e respostas rápidas

Quantos dias ficar em Melbourne?

De três a quatro dias: dois ou três para a cidade e um para a Phillip Island.
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Vale a pena incluir Melbourne num roteiro pela Australia?

Sim, sem dúvida alguma! Melbourne é uma cidade cosmopolita, com muitas atrações para todos os perfis de viajante, e com ótimas opções de day-trips na região. Sem falar na Great Ocean Road, uma das roadtrips mais lindas do mundo!
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Onde ficar em Melbourne?

Fique no Central Business District – CBD. Você fica dentro da zona de trams gratuitos, perto das atrações e cercado de restaurantes e cafés. Ficamos no Wyndham Hotel Melbourne e recomendo.
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Qual a melhor época para visitar Melbourne?

Depende do que você quer. Fomos no inverno (fim de junho) e pegamos dias lindos e frios, praias vazias e o Winter Festival no Queen Victoria Market. No verão, St. Kilda e Brighton mudam completamente de vibe.
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Precisa alugar carro em Melbourne?

Na cidade, não, só lhe traria despesa de estacionamento. Alugamos um carro só no quarto dia, para visitar a Phillip Island e depois seguir pela Great Ocean Road.
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Como ir do aeroporto de Melbourne ao centro?

De Skybus, que vai direto à estação central em menos de meia hora. Custa AUD$ 25,90 por adulto e AUD$ 6,60 por criança até 16 anos.
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Vale a pena o bate-volta a Phillip Island?

Vale, mas será um longo dia: voltamos a Melbourne às onze da noite, acabados. De carro saiu AUD$ 65 por pessoa para quatro. Viajando sozinha, o tour saindo de Melbourne compensa.
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Onde ver coalas perto de Melbourne?

No Koala Conservation Reserve, na Phillip Island: os animais são mantidos em seu ambiente natural, vistos de passarelas suspensas. Não é permitido toca-los nem alimentá-los, e foi por isso que escolhi esse lugar.
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Brasileiros precisam de visto para a Austrália?

Sim, o Visitor Subclass 600, custa AUD$ 250 e dá para fazer por conta própria pelo site oficial. Peça com dois meses de antecedência.
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Precisa de vacina de febre amarela para entrar na Austrália?

Sim, para quem chega do Brasil. A vacina é fornecida pelo SUS, tome no mínimo dez dias antes do embarque e obtenha o certificado internacional no site gov.br.
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Tenho mais dias: para onde ir a partir de Melbourne?

Faça uma roadtrip pela Great Ocean Road! o meu Instagram @danae_explore tem várias dicas. Se sobrar tempo, a região vinícola do Yarra Valley e a Mornington Peninsula são os bate-voltas mais procurados.
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Aqui estão os sites que sempre uso para planejar minhas viagens:
– 🛌 Hospedagem: Booking
– ☀️ Passeios: Civitatis & Get Your Guide
– 📱Chip de celular: e-SIM da Airalo – cupom DANAE2375
– 🚗Aluguel de veículos: RentCars – cupom DANAE
– ⚠️ Seguro-viagem: Real Seguros

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