Visitar o Parque Nacional Wrangell- St. Elias – nada mais nada menos que o maior parque nacional dos Estados Unidos – foi um dos pontos altos de nossa viagem ao Alasca.
O tempo colaborou (tivemos dois dias lindos de sol e calor), e isso ajuda muito. Mas o que pegou meu coração foi a remotidão do local, a beleza rude, a história surreal, as pessoas corajosas e determinadas, a força da natureza e a senção de estar em um dos últimos lugares que se pode charmar de “selvagem” do país, quiça do planeta.
Caminhamos por trilhas, geleiras, visitamos uma autêntica mina no melhor estilo wild wild west, nos hospedamos em uma antiga cidade fantasma, fizemos um voo panorâmico de bush-plane (teco-teco) e outro voo completamente raiz, tentamos (sem muito sucesso) ver o por-do-sol quase à meia-noite. Enfim, foram 3 memoráveis dias.
Vem comigo conhecer o Parque Nacional Wrangell- St. Elias, o maior parque nacional dos EUA, um local em que a natureza ditas as regras e os turistas ainda são peça rara.
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Todos os nossos posts sobre viagens aos Estados Unidos:
- Natal em Nova Iorque: roteiro completo para aproveitar o melhor da temporada
- 4 dias no Parque Nacional das Montanhas Rochosas, no Colorado
- Roadtrip de 2 semanas pelo Alasca de motorhome
- Wrangell-St. Elias: o maior parque nacional americano aguarda sua visita
- Tudo que você precisa saber para viajar de motorhome pelos Estados Unidos
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Neste post, você vai encontrar:
ToggleConheça o Parque Nacional Wrangell St-Elias
Um paraíso para quem busca aventura, paisagens incríveis e vida selvagem. Assim é o Alasca, estado que é lar de oito parques nacionais – perdendo apenas para a Califórnia, que tem nove.
O Wrangell-St. Elias é o maior parque nacional dos Estados Unidos, com mais de 54 mil km² – uma área maior que a Suíça ou que o estado do Rio Grande do Norte só para te dar uma ideia. Uma imensidão de mata boreal, geleiras, rios, cadeias de montanhas e vulcões.
Nele encontram-se alguns dos picos mais altos da América do Norte, incluindo o Monte St. Elias (5.489 m), o segundo mais alto dos EUA, além de nove das dezesseis maiores montanhas do país. O Monte Wrangell, que também dá nome ao parque, é um vulcão ativo. Há mais de 3.100 glaciares no parque; na região que visitamos, os glaciares Kennicott e Root estão dentre os maiores do parque.
Mesmo assim, é um dos parques menos visitados do país e daqueles (poucos) lugares em que turistas brasileiros ainda são raridade. Uma coisa que você não encontrará por lá é turismo de massa.
Há dois pequenos povoados na área central do parque. McCarthy é uma vila com algumas opções de hospedagem, restaurantes e um pequeno mercado. A 5 milhas dali, o vilarejo de Kennecott, em que nos hospedamos, preserva as ruínas de uma antiga mina de cobre, hoje um sítio histórico (Kennecott Mines National Historic Landmark), um dos locais mais surreais que já visitei nos EUA.
Já visitei lugares que muitas pessoas diriam remotos (como cidadezinhas na Amazônia, na Bolívia e no norte da Argentina), mas Kennecott foi, sem dúvida alguma e disparadamente, o lugar mais remoto em que já estive, até o momento.
Abaixo a brochura e mapa do parque em PDF, obtido no site oficial do National Park Service. Não é necessário agendamento prévio ou timed entry permit para visitar o parque, mas recomendo sempre conferir as informações atualizadas no site do NPS.
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Como chegar no Parque Nacional Wrangell-St. Elias
Logicamente, em se tratando de Alasca, tudo é superlativo: o tamanho, a beleza, as distâncias, as aventuras e os custos para fazer acontecer. Só para você ter uma ideia, 5 dos 8 parques nacionais do Alasca não tem acesso rodoviário.
Apesar do isolamento, chegar ao Wrangell St-Elias não é tão complicado.
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De carro pela McCarthy Road
A forma mais econômica de se chegar no Wragell St-Elias é pela McCarthy Road, uma estrada não pavimentada de 60 milhas que liga McCarthy a Chitina, uma cidadezinha com fácil acesso à Richardson Highway (a estrada que conecta Valdez, na costa, a Fairbanks).
Apesar de ter alguns pontos bonitos ao longo do caminho, a McCarthy Road não é uma estrada cênica, daquelas em que a viagem é a própria atração – ao menos foi o que nos falaram. A estrada segue o traçado da antiga linha férrea que ligava Kennecott a Valdez e a principal atração do trajeto é a Kuskulana Bridge, construída em 1910.
Chegando em McCarthy, é necessário cruzar um rio por uma ponte de pedestres e pegar um transporte local do outro lado, seja para o vilarejo de McCarthy, seja para Kennicott. Há dois serviços de ônibus/van que fazem o trajeto, basta aguardar no ponto de ônibus que em alguns minutos um deles aparecerá. Se você estiver hospedado no Kennicott Glacier Lodge, a van do hotel irá buscá-lo.
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De avião
Quando estava planejando a viagem, cogitamos ir dirigindo o motorhome até McCarthy. Mas aí pensamos bem, avaliamos prós e contras (o custo, basicamente), e decidimos ir pela outra forma disponível: de avião. Foi a melhor escolha e um dos passseios mais incríveis que fizemos no Alasca.
Voamos de Chitina à McCarthy com a Wrangell Mountain Air. Há também voos conectando o parque a outras localidades no Alasca, como Glennallen e Anchorage. Pegamos o voo em Chitina pois era o mais econômico.
Estava um dia lindo. O dia mais bonito que havíamos experimentado no Alasca até aquele momento. Sol, céu azul, visibilidade excelente. Foram cerca de 20 minutos de voo, em que a única coisa que eu conseguia pensar era “UAUUUU”. Fiquei o voo inteiro boquiaberta, sem acreditar que eu estava realmente vivendo aquilo, e não simplesmente sonhando.
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O avião monomotor tinha capacidade para 5 pessoas mais o piloto, mas fomos apenas nós quatro e nossa pilota Laura. Passamos entre picos nevados e glaciares, sobrevoamos vales, rios, cânions e mais glaciares, e uma vista espetacular do Mt. St. Elias a nossa frente. Nossa pilota nos explicou sobre as formações geológicas e sobre a história do parque, e nos brindou, ao final, com um desvio da rota, fazendo um voo panorâmico sobre o Glaciar Root e passando muito próximo a Mina Bonanza.
No dia da volta, a chuva e o tempo encoberto fizeram nosso voo ser postergado e, por fim, cancelado. A Wrangell Mountain Air disponibilizou uma van para nos levar ao aeroporto, porém o motorista novato errou o caminho, como contei no Instagram (está nos destaques). Acabamos voltando a McCarthy e, nesse meio tempo, o céu abriu e bora voltar de avião! O piloto fez um caminho diferente, sobrevoando exatamente a McCarthy Road e, apesar de eu ter ficado um pouco tensa, foi um voo excelente, o visual foi incrível e deu tudo certo. Chegamos em Chitina, pegamos o motorhome e seguimos até Glennallen, onde pernoitamos – nosso roteiro completo pelo Alasca está aqui.
Se o voo couber no seu orçamento, vá de avião. Eu estava realmente receosa por causa do custo, mas agora vejo que foi a decisão mais acertada. Uma das melhores memórias da viagem.
Este não é um post patrocinado. Todas as despesas com a viagem foram integralmente pagas por nós.
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Onde se hospedar no Parque Nacional Wrangell-St. Elias
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Nos hospedamos duas noites no Kennicott Glacier Lodge e, não canso de repetir, foi a melhor experiência que tivemos no Alasca.
A localização do hotel é absolutamente sensacional. Em meio a picos nevados, ao lado da antiga mina de cobre, com vistas para o Glaciar Root, qualquer coisa que eu fale sobre o hotel é insuficiente para descrever a grandiosidade do lugar.
Com as amenidades usuais para um hotel americano, sem nenhum luxo ou ostentação (quer dizer, o simples fato do hotel existir naquele local é “a” ostentação), o hotel é muito confortável e o atendimento é perfeito. Pegamos um quarto com duas camas de casal e banheiro privativo, mas há alguns quartos com banheiro compartilhado. Recomendo reservar com a máxima antecedência possível. O gerente Jasper e sua equipe foram além das expectativas para garantir que nós tivessemos a melhor experiência nos dias em que ficamos lá.
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Há algumas opções de hospedagem em McCarthy, como o Blackburn Cabins e o Ma Johnson’s Historical Hotel. O Wrangell Mountain Lodge é uma opção de hospedagem na McCarthy Road, a cerca de 34 milhas da cidade.
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Onde comer em McCarthy e Kennicott
Não vou mentir: não há muitas opções de alimentação por lá. Mas fome você não passará, te garanto.
Nossa diária no Kennicott Glacier Lodge incluía café da manhã, e jantamos as duas noites lá. O restaurante é excelente – aliás, reserve com antecedência o jantar para as noites em que ficar hospedado, pois não há outra opção para jantar em Kennicott, apenas em McCarthy (nesse caso, verifique no hotel os horários e disponibilidade de transporte para ir e voltar a McCarthy).
Além do restaurante do hotel, em Kennicott há o Meatza Wagon, um food truck na frente da geleira. O cardápio é limitado mas suficiente, e o que comemos estava delicioso. Na segunda noite que ficamos lá, o local foi palco de um show de rock com uma banda local – The Wrangells, algo que eu nunca, nem nos meus dias mais criativos, imaginei que um dia viveria: um show no fim da tarde, música top, na frente de uma imensa geleira, numa cidade fantasma num dos locais mais isolados dos EUA, com as pessoas que mais amo.
Em McCarthy há algumas opções. O The Potato é ótimo, paramos lá para um lanche para as meninas e uma cervejinha para os adultos, parece ser o melhor da cidade. Há também o restaurante Salmon & Bear e o New Golden Saloon, um ao lado do outro. No Saloon costuma ter música ao vivo a noite, mas não tivemos energia para ir lá conferir.
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O que fazer no Parque Nacional Wrangell-St. Elias
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A primeira coisa que recomendo fazer é parar no Centro de Visitantes do parque, que fica cerca de 10 milhas ao sul de Glennallen, na Richardson Highway.
Como usual nos demais centros de visitantes de parques americanos, há exposições sobre a história e a formação do parque, sobre sua geografia, fauna e flora, sobre os habitantes originários, há filmes, palestras com rangers, enfim, muita informação da melhor qualidade. Vale também dar uma caminhada pelas curtas trilhas logo atrás das instalações, com vistas incríveis da Wrangell Mountains.
Paramos no Centro de Visitantes em nosso caminho para Chitina, mas como bons brasileiros que somos, não acostumados com os infinitos dias de verão, chegamos lá pouco tempo antes de fechar, as 17hs. Mesmo assim conseguimos aproveitar bastante, os rangers foram muito atenciosos e ficaram animadíssimos quando lhes mostramos as pegadas de urso, alce e lobo que havíamos encontrado numa trilha uns dias antes (confira as fotos nos destaques do nosso Instagram e nosso roteiro completo pelo Alasca aqui).
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Kennecott Mines National Historic Landmark
A história da Kennecott começa em 1900, quando depósitos de cobre de excelente qualidade foram descobertos na região. Em uma época em que o cobre era essencial para a industrialização dos Estados Unidos, essa descoberta atraiu investidores poderosos, incluindo os J.P. Morgan e Guggenheim. Em poucos anos, a Kennecott Copper Corporation transformou essa paisagem selvagem e inóspita em um dos mais lucrativos complexos de mineração da história americana.
A construção e operação da mina foi um feito de engenharia para sua época. O minério extraído era transportado por uma ferrovia de 320 quilômetros até Cordova, no litoral, onde era embarcado rumo ao resto do país. Apesar das dificuldades, a construção da ferrovia levou apenas 4 anos!
Inagurada em 1911, a mina operou 365 dias por ano, sendo que a planta de processamento do metal operava 24 horas por dia – lembrando que durante nove dos doze meses do ano o local está debaixo de metros de neve, com temperaturas que chegam a -60ºC nos meses mais frios.
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No auge da operação, cerca de 300 pessoas trabalhavam na cidade e na planta de processamenteo, e entre 200 e 300 pessoas nas minas propriamente ditas, oriundas de diversos locais dos EUA e de mais de 20 países. Kennecott era uma cidade completa: além das casas para os trabalhadores, havia hospital, mercearia, escola, pista de patinação, cinema, quadra e salão recreativo. Já a vida nas minas propriamente ditas (nas encostas das montanhas) era bem menos agradável.
Com o esgotamento das jazidas de cobre e a queda nos preços do minério, as operações foram encerradas abruptamente em 1938. Os trabalhadores partiram e a cidade foi abandonada, virando uma autêntica cidade-fantasma.
O Parque Nacional foi criado em 1980; alguns dos prédios foram restaurados, outros estão em situação precária, e alguns se deterioraram completamente. O edifício da escola (Blackburn School) é hoje o Centro de Visitantes de Kennecott, que recomendo não perder.
Imperdível, também, é o passeio pelo interior das instalações da usina de processamento do metal, o prédio vermelho de catorze andares que domina a paisagem do local. Fizemos o tour com a St-Elias Alpine Guides, a única autorizada a conduzir esses grupos. Além de conhecermos o prédio por dentro, aprendemos sobre a fascinante história da mina e da cidade, e sobre a tecnologia empregada na época. Nem preciso dizer que foi um dos passeios mais interessantes que fiz no Alasca. Recomendo muito!
Se você não tiver oportunidade de fazer o passeio pela mina, vale a pena conhecer o McCarthy Kennicott Historical Museum, em McCarthy (perto do restaurante The Potato). Fomos no museu antes da visita à mina, foi ótimo para ir absorvendo aos poucos a história do local.
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Root Glacier
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A trilha e caminhada pels Geleira Root é imperdível!
Saindo do Centro de Visitantes de Kennecott, após uma trilha fácil e relativamente plana, de cerca de 4 km (cada sentido), chega-se a base da Geleira Root, num ponto panorâmico com vistas impressionantes. Até esse ponto é possível ir sem guia, porém se você quiser caminhar pelo glaciar, é essencial ter calçados adequados (com grampões). Recomendo MUITO estar acompanhado por um guia, principalmente se você não tem grande experiência em caminhar por glaciares.
Fizemos o passeio de dia inteiro com a St. Elias Alpine Guides e foi perfeito! O dia estava lindo, com muito sol e temperatura agradável – o dia mais bonito dos quinze dias de viagem pelo Alasca! Há também passeios de meio-dia, que dá para combinar com a visita à mina histórica, caso você esteja com pouco tempo.
Caminhamos horas pelo glaciar, passando por suas diversas estruturas, como fendas, ou crevasses (rachaduras que se formam na superfície do glaciar devido ao movimento do gelo), túneis de gelo (formados dentro do glaciar pela erosão causada pela água derretida), moulins (poços e canais onde a água derretida da superfície escorre para o interior do glaciar, conectando-se a túneis subterrâneos), morrainas (depósitos de sedimentos e rochas transportados pelo glaciar e deixados em suas bordas ou em seu interior), cânions de gelo, quedas d’água formadas pela água derretida e lagos – inclusive poderíamos ter nadado em um lago, o famoso polar plunge, mas com a água a 1ºC a ideia foi sumariamente descartada (mas quando chegamos no lago, uns australianos tinham acabado de sair da água).
Nós há havíamos caminhado pela Geleira Matanuska. Esta é uma geleira bem menor, mas lindíssima e com acesso muito fácil – fica a cerca de duas horas de carro de Anchorage).
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Trilhas: Jumbo Mine, Bonanza Mine e Wagon Road
Há diversas trilhas na região de McCarthy e Kennecott. Vale a pena passar no Centro de Visitantes, pegar o mapa e conversar com os rangers.
As trilhas mais interessantes são as que levam, montanha acima, às antigas minas de cobre, onde o minério era extraído. Ambas tem início em Kennecott.
Jumbo Mine – trilha difícil, com cerca de 5 milhas cada sentido e 1.036 metros de ganho de altitude, mas em troca você terá vistas incríveis das geleiras e cadeias de montanhas, e poderá explorar as instalações da abandonada mina Jumbo.
Bonanza Mine – outra trilha tão difícil quanto, um pouco mais curta (4,5 milhas cada sentido), mas mais íngreme (1.158 metros de ganho de altitude), que também rende vistas deslumbrantes das Chugach Mountains, Mt. Blackburn e o Kennicott Glacier, até chegar a mina abandonada.
Eire Mine – continuando pela trilha até a geleira Root, depois que se passa o acesso ao glaciar, a trilha continua por mais 2,5 milhas até a base dos cabos que levavam à Mina Eire. A mina estará cerca de mil metros montanha acima, mas não há acesso pela trilha.
Além destas, há uma trilha fácil de 4,5 milhas que corre paralela a estrada que liga McCarthy e Kennecott, chamada Wagon Road. Próximo a McCarthy, há um desvio até a ponta do Glaciar Kennecott, com ampla vista do glaciar, do Mt. Blackburn (5ª montanha mais alta dos EUA) e outros picos.
Confira mais detalhes no site do NPS.
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Mapa e roteiro completo de nossa viagem ao Alasca
Nosso roteiro de duas semanas e 1.650 milhas pelo Alasca de motorhome está em detalhes no mapa abaixo, é só clicar e salvar na sua conta do Google. Quando você for por planejar sua próxima viagem ao Alasca, já sabe por onde começar 😉
E confira também nossas dicas para viajar de motorhome pelos EUA!
Nesse post explico como usar o Google MyMaps para planejar uma viagem, é um recurso muito bom, vale a pena conhecer!
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Como usar esse mapa: Clique na aba localizada no canto superior esquerdo do mapa para acessar várias camadas, incluindo pontos de interesse e rotas. Você pode escolher quais camadas visualizar selecionando-as no check-box correspondente. Para obter detalhes adicionais sobre pontos de interesse específicos, clique nos ícones correspondentes no mapa.
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Blogagem coletiva: Viagens por escrito
Este post é parte de uma blogagem coletiva sobre lugares não muito famosos, mas que valem muito a pena conhecer. Pois vai me dizer se você já tinha ouvido falar do Wrangell St-Elias, e se não vale a visita? Confira então outras sugestões:
– Do blog Descobrir Viajando, uma sugestão na Espanha: Visitar Cuidad Rodrigo: uma cidade-fortaleza espanhola.
– Voyajando Blog te convida a ir à Turquia, passar um dia em Pamukkale e seus Castelos de Algodão.
– No Porto, a sugestão do Eventos e Viagens é visitar a Rua de Santa Catarina.
O Brasil também tem vários lugares fora do circuito usual que você precisa conhecer:
– Milho Verde MG: Saiba como chegar, o que fazer e melhores pousadas, recomendaçãoda Elizabeth Werneck.
– E a sugestão do blog Mundo Viajante é Areia na Paraíba..
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